Abu Raed é um solitário zelador do aeroporto internacional de Amã que sempre sonhou viajar o mundo. Um dia, um grupo de crianças o confunde com um piloto, e assim nasce uma amizade que os fará viajar através de histórias fantásticas.
Primeiro filme que assisto da Jordânia é essa pedrada maravilhosa aqui. Com um elenco quase 100% de amadores (com exceção de Nadim Sawalha, com larga carreira, inclusive em Hollywood), temos ótimas atuações em uma história empolgante e emocionante. Os filmes do Oriente Médio costumam ter esse talento de pegar uma história simples e conseguir elevar para um drama muito trabalhado. Aqui não foi diferente.
Abu Raed apesar de no início relutar, aceita fazer o papel do capitão, talvez um pouco por vaidade pessoal mas sobretudo porque estava permitindo as crianças sonharem, apesar do lugar pobre e violento que elas vivem. Obviamente não é uma tarefa fácil, quanto mais ele luta para ajudar mais os pais de algumas crianças mantém as mesmas no estado opressivo, uma aparente vitória muitas vezes era seguida por uma derrota no dia seguinte.
É desolador, é como se fosse um caminho sem volta e a miséria e a violência sempre se perpetuassem. Raed tenta então ao seu modo mostrar um mundo diferente para essas crianças, como o Tareq e em especial o Murad, o garoto mais rebelde das crianças mas provavelmente a que estava na pior situação em relação as outras.
Achei lindo o quanto no fim o Murad foi a criança que talvez estivesse na pior situação e como o Abu Raed percebeu que tinha de ajudar esta criança de um modo particular e no fim consegue libertar a criança da situação que estava, Nour é um anjo, fantástico como ela ajudou eles. Agora achei o final do Tareq incompleto, triste ver como o pai dele foi explorando mais e mais a criança, ao que parece, ele não voltou a escola :(
Este filme é cheio de personagens incríveis, as crianças estão muito bem caracterizadas, os atores são muito bons, quanto Abu Raed e Nour não preciso nem falar né, dois ícones maravilhosos.
Não importa o quão diferente a cultura dos países sejam, alguns problemas são iguais em todos os lugares, a vida de crianças nascida em lugares pobres parece ser uma delas. O filme retrata alguns questões familiares que estamos bem habituados a ver, a criança que não vai para escola para trabalhar, a criança que vive em uma família com pai abusivo, a jovem que sofre pressão da família para o casamento... mas acaba sendo uma história bem banal, não chega a ser um filme ruim, vc vê que existe um esforço para fazer bem feito e a parte técnica é bem executada, mas não é uma grande história. Não desrecomendo, mas tem muitas coisas melhores que você pode ver.
Um emocionante enredo em que a compaixão é o principal motor da narrativa com atuações sólidas e um encerramento destruidor.
Primeiro filme que assisto da Jordânia é essa pedrada maravilhosa aqui.
Com um elenco quase 100% de amadores (com exceção de Nadim Sawalha, com larga carreira, inclusive em Hollywood), temos ótimas atuações em uma história empolgante e emocionante.
Os filmes do Oriente Médio costumam ter esse talento de pegar uma história simples e conseguir elevar para um drama muito trabalhado. Aqui não foi diferente.
Achei bastante comum, um filme talvez envolvente mas que me acrescentou pouco. Talvez sua procedência seja o fator mais empolgante mesmo.
Abu Raed apesar de no início relutar, aceita fazer o papel do capitão, talvez um pouco por vaidade pessoal mas sobretudo porque estava permitindo as crianças sonharem, apesar do lugar pobre e violento que elas vivem. Obviamente não é uma tarefa fácil, quanto mais ele luta para ajudar mais os pais de algumas crianças mantém as mesmas no estado opressivo, uma aparente vitória muitas vezes era seguida por uma derrota no dia seguinte.
É desolador, é como se fosse um caminho sem volta e a miséria e a violência sempre se perpetuassem. Raed tenta então ao seu modo mostrar um mundo diferente para essas crianças, como o Tareq e em especial o Murad, o garoto mais rebelde das crianças mas provavelmente a que estava na pior situação em relação as outras.
Achei lindo o quanto no fim o Murad foi a criança que talvez estivesse na pior situação e como o Abu Raed percebeu que tinha de ajudar esta criança de um modo particular e no fim consegue libertar a criança da situação que estava, Nour é um anjo, fantástico como ela ajudou eles.
Agora achei o final do Tareq incompleto, triste ver como o pai dele foi explorando mais e mais a criança, ao que parece, ele não voltou a escola :(
Este filme é cheio de personagens incríveis, as crianças estão muito bem caracterizadas, os atores são muito bons, quanto Abu Raed e Nour não preciso nem falar né, dois ícones maravilhosos.
Não importa o quão diferente a cultura dos países sejam, alguns problemas são iguais em todos os lugares, a vida de crianças nascida em lugares pobres parece ser uma delas. O filme retrata alguns questões familiares que estamos bem habituados a ver, a criança que não vai para escola para trabalhar, a criança que vive em uma família com pai abusivo, a jovem que sofre pressão da família para o casamento... mas acaba sendo uma história bem banal, não chega a ser um filme ruim, vc vê que existe um esforço para fazer bem feito e a parte técnica é bem executada, mas não é uma grande história. Não desrecomendo, mas tem muitas coisas melhores que você pode ver.