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Data de lançamento
6 Março 2015Duração
Amsterdã, 1982. Cor (Jim Sturgess), Willem (Sam Worthington), Cat (Ryan Kwanten), Spikes (Mark van Eeuwen) e Brakes (Thomas Cocquerel) são amigos que tentam, de alguma forma, se dar bem na vida. Após fracassarem na tentativa de obter um empréstimo bancário, eles elaboram um plano para sequestrar o milionário Freddy Heineken (Anthony Hopkins) e receber um resgate de US$ 35 milhões. Para tanto o grupo realiza um assalto, de forma a ter a quantia necessária para organizar o cativeiro e todos os detalhes do golpe. Entretanto, após a realização do sequestro, a inevitável tensão decorrente da investigação da polícia faz com que a amizade do grupo, e o próprio golpe, fique por um fio.
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Eu nunca saberia que foi baseado em fatos reais, pois na sinopse não fala, e se eu não aguentasse assistir até o final essa chatice, incluindo a atuação do Anthony Hopkins mais do mesmo.
Por que raios o Cat pegou 12 anos e os outros pegaram menos? Só lembro dele sendo o que mais se preocupou com a vida dos reféns
Poxa, tinha tudo para ser um thriller eletrizante: um crime real chocante, um elenco de peso e Anthony Hopkins no comando. O sequestro poderia render um filme tenso e cheio de reviravoltas, mas o que vemos é um grupo de sequestradores que parecem mais um bando de amigos que resolveram cometer um crime por falta do que fazer. Sam Worthington e Jim Sturgess tentam dar profundidade aos personagens, mas é difícil sentir qualquer conexão com eles. No máximo, dá vontade de dar um tapinha nas costas e perguntar: "Vocês realmente acharam que isso ia dar certo?"
E aí temos Anthony Hopkins, que deveria ser o grande destaque, mas parece que aceitou o papel só para pagar umas contas. Ele tenta intimidar os sequestradores, mas a real é que parece mais entediado do que qualquer outra coisa.
No fim, o filme até que não é um desastre, mas também não é memorável e nem entrega a tensão ou a inteligência que a trama pedia. Além disso, há até um erro factual na manchete final sobre a morte de Heineken. Bem, se esse filme fosse uma cerveja, seria aquela esquecida lá no fundo da geladeira: até dá pra beber, mas não vale o esforço.
Tempo perdido.... Fui assistir pelo Anthony Hopkins e me lasquei. Péssimo.
Baseado em fatos reais,que desconhecia,
provavelmente por ser antigo e pelo livro do sequestrado.
O título já diz quem é o mestre nisso tudo.
Só digo uma coisa:
que burrice coletiva foi essa?
Não podiam arrumar um jeito correto pra resolver a situação?
Só fiquei com dó do Cor,que deve ter achado que não tinha condições de sustentar uma família e possivelmente estava bem temeroso com a situação.
Sempre tem um líder que influencia negativamente os outros e os buchas de cabeça fraca.
Pareceu mais aquelas apostas pra dizer que se garantiam do que outra coisa.
Só pensaram no presente,não no futuro e nem nos imprevistos.
Um monte de gente e não tinha um que raciocinasse direito?!
Final previsível e merecido e de quebra você aprende persuasão com o Heineken e algumas dicas de vida.
Citações:
" Para ficar rico,você já precisa ser rico!"
"Você pode ter muitos amigos ou muito dinheiro,nunca os dois juntos!"