Roberto (José Mota) é um ex-publicitário desempregado, agora abandonado por todos, mas que teve seu auge quando ele criou a famosa frase para a Coca-Cola, "La Chispa de la Vida". Mas os bons tempos se foram e hoje é um ninguém, um cara desesperado, tentando lembrar seus dias felizes decidiu voltar para o hotel em Mérida, onde passou a lua de mel com sua esposa (Salma Hayek). No entanto, em vez de um hotel, hoje é um museu construído em torno do teatro romano na cidade de Extremadura. Enquanto passeia por entre as ruínas, um acidente o deixa paralisado no chão com uma barra de ferro presa na sua cabeça... e incapaz de se mover. Se ele se move, morre. Imediatamente virao foco de fascinação mórbida e dos noticiários que vão mudar sua vida novamente.
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Uma versão espanhola de "A Montanha dos Sete Abutres". Vale pelo elenco.
O ponto de partida desse filme é bastante peculiar: Roberto, um publicitário que já viu o sucesso de perto com a criação de um slogan famoso e que hoje está fora do mercado de trabalho sofre um acidente na frente de dezenas de pessoas em que fica com a cabeça presa numa viga de ferro.
Aos poucos, a mídia, seus abutres e os burocratas fazem disso um espetáculo bizarro onde Alex de la Iglesia tem a chance de apontar o que se tornou o ser humano moderno, suas prerrogativas e até que extremos podem ser cruzados diante uma situação limite.
É um bom filme. Entretem o espectador, e tudo mas é só.
Bom filme, porém achei cansativo a centralização da história quase toda no personagem com o ferro na cabeça, cheguei a perder a paciência em alguns momentos
É mais interessante do que bom!