Margie (Bette Davis) é uma atriz decadente e que já não é mais convidada a fazer filmes. Viu o seu mundo desabar ao vender todas as suas coisas e ir morar em um apartamento pobre. Começa a beber. Em uma das suas bebedeiras, é presa, e volta aos jornais, desta vez com destaque negativo. É tirada de lá por um ex-empregado, Jim, que paga sua fiança. Ela tem uma filha, Gretchen, que mora com seu ex-marido, por não ter condições de criá-la. Margie tentará a todo custo um retorno triunfal às telas.
Curiosidades:
- No papel de sua filha, a futura estrela Natalie Wood, que durante uma das cenas do filme, teria caído no mar, o que teria lhe causado um trauma.
- Segundo Bette, Joan Crawford foi sua inspiração para o papel.
- Bette Davis emprestou seu Oscar verdadeiro para a cena em que sai de carro, bêbada, e diz a famosa frase “Vamos lá, Oscar, eu e você vamos nos embebedar”.
- indicação ao Oscar: Melhor Atriz (Bette Davis)
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The Star oferece uma visão interessante sobre o declínio de uma atriz veterana, de forma que reflete a própria trajetória de Bette Davis, que já não estava mais conseguindo papéis de destaque na época. A atuação de Bette Davis, brilhante como sempre. Embora o filme construa uma trama sólida, o final perde bastante o ritmo e não é muito satisfatório.
Ótimo flime... triste vida de muitos astros da tv e cinema.
O filme mais conhecido de Heisler e facilmente um dos piores.Temos um andamento preguiçoso,nem a premissa consegue animar e muito menos Bette Davis.
>Assistido em 29 de Janeiro de 2023
Nesse filme Bette Davis recebeu a penúltima das suas onze indicações ao Oscar e como de hábito foi algo mais do que merecido. O roteiro traz uma história de declínio cuja protagonista conheceu o sucesso e não aceita sair da frente dos holofotes. Seria uma história banal como muitas outras parecidas feitas pelo cinema se não fosse a presença de Bette, magnífica em cada momento em que aparece em cena. Difícil não imaginar a própria estrela enfrentando os percalços da sua personagem. Obs: Para um filme tão bem dirigido tinha achado estranho ver que na filmografia do seu diretor só constasse essa produção até que descobri que ele tem dois cadastros aqui no Filmow (o nome correto dele é Stuart Heisler).
Bette mais uma vez brilhando em um filme; interpretando uma atriz em decadência e tentando se adaptar a essa nova realidade sem luz, glamour e dinheiro ao mesmo tempo que ela começa a entrar num dilema de se adaptar neste cenário sem holofotes e fama ou de largar tudo e quem sabe viver uma vida "normal".( Dizem que a Bette pegou este papel pois o roteiro seria levemente inspirado na vida de sua arqui-rival Joan Crawford.)