Dirigido por
Duração
Laurent, de 15 anos de idade, vive em Dijon no seio de uma família burguesa de tradições rígidas. Não se dá muito bem com seu pai, nem com seus irmãos. É apaixonado por sua mãe, Clara, mulher muito livre que está cansada do marido. Laurent está naquela idade quando tudo é revolta. É a transição da infância para a adolescência, são as primeiras experiências sexuais. Depois de uma escarlatina, contrai um problema no coração, e vai se tratar em uma estação climática, acompanhado de sua mãe. Longe de casa, com todo o tempo do mundo só para eles, aprofundam essa relação de paixão que os une. Dirigido pelo grande diretor francês Louis Malle, O Sopro do Coração é um filme amoroso e verdadeiro sobre amor e liberdade.
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Sinceramente, que decepção. Le Souffle au Coeur é a definição de filme pretensioso que se escora em uma falsa polêmica para esconder um roteiro vazio. O diretor gasta quase duas horas testando a paciência do espectador com uma atmosfera lenta, cenas descartáveis e muita encheção de linguiça, tudo para construir uma suposta 'tensão sexual' que não leva a lugar nenhum.
Quando o 'grande momento' finalmente chega, é tão ridículo, tão sem graça e corrido que você fica com cara de tacho se perguntando se perdeu alguma coisa. A cena não deve durar nem 2 minutos e é a coisa mais insossa da história do cinema. É um filme covarde. O cinema francês às vezes confunde lentidão com profundidade, e aqui o resultado é só uma grande porcaria superestimada.
Quem espera um drama profundo ou um filme realmente provocativo, passe longe. É só mais um clássico que estica uma trama simples demais para o tempo que ocupa.
Ousado, polemico, chegando a beirar o surreal. a narrativa e lenta sem grandes acontecimentos até o ponto crucial da trama.
assisti com a minha mãe e a gente acabou ficando.
Polêmico!!
Achei delicado e sensível, roteiro bom.