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Data de lançamento
2 Junho 1995Duração
Thomas Johnson (Matthew Modine) é um homem obcecado por trabalho, que morre em um acidente e volta à vida no corpo de um cachorro.
Relembrando quem era na vida passada, ele volta para sua mulher e filho para protegê-los do homem que causou o acidente.
Através da vida de cachorro, ele se dá conta que não foi um pai tão bom assim.
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Rever Fluke é como mergulhar novamente em uma memória que sempre mexeu profundamente comigo, intensificada pelo fato de filmes com animais, especialmente cachorros, tocarem meu coração de maneira única. Este longa fez parte da minha infância, adolescência e agora também marca minha vida adulta. Ao assisti-lo novamente, me senti como aquela criança que chorava com cada cena, mas agora com a consciência adulta que enxerga suas camadas e simbolismos.
A experiência reforçou o carinho que sinto pela história e sua qualidade: em destaque, os efeitos práticos com os cães, que são excepcionais e reforçam o realismo da narrativa, nos conectando profundamente com a trama; especialmente, a forma como expressam emoções tão humanas; a direção fluida; o roteiro sensível e envolvente, que também contribui muito; e a trilha sonora nostálgica, que é simplesmente fatal para mim.
Fluke é mais do que a história de um cachorro: é uma obra que cresce com quem a assiste.
Amo de paixão esse filme!
“É claro que tive que ir embora.
Eu os amava demais para atrapalhar a felicidade deles.
Jeff estaria lá agora, de uma forma que eu nunca estive.
Eu não sabia viver como homem... e não sabia viver como cachorro.
Agora eu entendo que a vida é algo para ser valorizado em qualquer forma.
Essa é a minha história.
Talvez eu tenha lembrado... apenas para poder compartilhá-la com você.
E talvez existam muitos por aí como eu, escondidos atrás dos olhos de criaturas simples... Talvez até alguém bem perto de você.”
Definitivamente um dos melhores filmes da minha infância. 🥹💙
21.06.1997
Muito bom!
Única coisa errada foi que o Tom passa o filme inteiro fazendo a gente odiar o Jeff para no final ele mesmo dar o aval pra ele se casar com sua ex. O filme nos mostra que Tom era um cara egoísta que só pensava nele, e passava horas excessivas no trampo, não dando atenção devida para seu filho e esposa. E que sua morte foi provocada por ele mesmo, num ato impulsivo, de querer discutir com seu sócio.
Eu particularmente não gosto de filme com animais, ainda mais quando eles falam. Acho besteira demais. Porém esse filme eu relevei, pela construção do personagem. Apesar de não deixar de achar uma besteira. Tem momentos muito bons com ele fazendo coisas que costumava fazer como Tom, tanto nas brincadeiras com seu filho, quando no dia a dia com sua mulher. Numa tentativa desesperada de se comunicar com eles.
Assistido em 31/03/2025