Teria quatrocentos mil elogios para fazer a este filme, de tanto que ele me fisgou pessoalmente (mediante insistência de minha mãe, obcecada pela obra, desde a juventude), mas há um enquadramento trapezoidal, na cena da despedida da personagem-título que fisgou-me de vez, a ponto de rever o lugar pouco favorável que o Charles Walters ocupa entre os artesãos hollywoodianos. Confesso que fiquei assustado com as demonstrações de machismo estrutural, no início, mas isto foi bem tematizado, tanto que há uma mudança radical de tom na construção da protagonista, que depende da entrega plena à ingenuidade para amadurecer (lindo paradoxo, caro a quem está apaixonado). Mel Ferrer está maravilhoso na complexa composição de seu personagem e a canção-tema é uma obra-prima, puro louvor passional, pura devoção às infâncias de quaisquer idades. Amei a direção de arte, as seqüências dançantes de sonho (deixando evidente que realizador e Vincente Minnelli trocavam figurinhas) e o desfecho pelo qual torcemos avidamente, claro. Elenco em estado de graça, musical encantador. Favoritei, mexeu realmente comigo! (WPC>)
Bonitinho, fofinho, agradável e infantil também. Tem aquela mescla de infantilidade com magia que funciona super bem e tem sua quedinha bem nítida ao Mágico de Oz especialmente na cena final que convenhamos , é quase uma cópia. Não sei mas pro meu gosto faltou ser mais musical.
Tinha visto há muitos anos atrás e lembrava muito pouco. Revendo depois de anos o filme continua bacana, é aquele drama romântico com alguns momentos de musical. Tem uma simpática protagonista e ainda é aquele tipo de filme agradável de assistir.
Teria quatrocentos mil elogios para fazer a este filme, de tanto que ele me fisgou pessoalmente (mediante insistência de minha mãe, obcecada pela obra, desde a juventude), mas há um enquadramento trapezoidal, na cena da despedida da personagem-título que fisgou-me de vez, a ponto de rever o lugar pouco favorável que o Charles Walters ocupa entre os artesãos hollywoodianos. Confesso que fiquei assustado com as demonstrações de machismo estrutural, no início, mas isto foi bem tematizado, tanto que há uma mudança radical de tom na construção da protagonista, que depende da entrega plena à ingenuidade para amadurecer (lindo paradoxo, caro a quem está apaixonado). Mel Ferrer está maravilhoso na complexa composição de seu personagem e a canção-tema é uma obra-prima, puro louvor passional, pura devoção às infâncias de quaisquer idades. Amei a direção de arte, as seqüências dançantes de sonho (deixando evidente que realizador e Vincente Minnelli trocavam figurinhas) e o desfecho pelo qual torcemos avidamente, claro. Elenco em estado de graça, musical encantador. Favoritei, mexeu realmente comigo! (WPC>)
Ela dança com o coração, ele fala com as mãos.
Bonitinho, fofinho, agradável e infantil também. Tem aquela mescla de infantilidade com magia que funciona super bem e tem sua quedinha bem nítida ao Mágico de Oz especialmente na cena final que convenhamos , é quase uma cópia. Não sei mas pro meu gosto faltou ser mais musical.
Não tem como não se envolver com esse filme mágico e cheio de ternura.
Tinha visto há muitos anos atrás e lembrava muito pouco. Revendo depois de anos o filme continua bacana, é aquele drama romântico com alguns momentos de musical. Tem uma simpática protagonista e ainda é aquele tipo de filme agradável de assistir.