Amina, de trinta anos, uma muçulmana praticante, mora sozinha com sua única filha, Maria, de quinze anos. Quando Amina descobre que Maria não está apenas grávida, mas deseja abortar a criança, as duas mulheres enfrentam uma situação impossível em um país onde o aborto é ilegal e moralmente condenado.
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Ótimo filme e necessário.
Mais um filme para entrar na lista de "um dos melhores filmes que assisti nos últimos anos" rs
Entra fácil no top 10 de filmes africanos e, inclusive, foi o primeiro filme de Chade que eu assisti... Fui buscar um pouco sobre o diretor e fiquei maravilhado com a trajetória pessoal dele e sua dedicação em representar o seu país, e não a França, onde se formou.
Li alguns comentários falando que era muito lento e etc, e mais uma vez reforço o que tenho notado: eu devo estar muito calejado para esse estilo de filme, porque não o achei lento em momento algum. Muito pelo contrário, achei muito tenso, me prendeu do início até o fim.
Filme emocionante demais. Me peguei chorando em 3 partes diferentes dele.
Desde o início eu já suspeitava que era um estupro, por isso o ódio e o "não querer" que a mãe a toque.
Fanatismo religioso de c* é rola.
E, por fim, QUE MÃE, MEUS SENHORES... QUE MÃE!
O filme é muuuuuuito lento, o que quebra o ritmo demais pra mim. Minha nota vai muito mais pela temática, super necessária, do que pelo longa em si.
Gostei muito. Mostra outra cultura. o inicio é bem lento, mas vale insistir e vê-lo.
A. A. Souleymane tem uma boa atuação, mostrando a vida de uma mãe solteira em uma sociedade machista. Esse tema e o tema aborto são abordados no filme. O filme é bem rodado e o diretor sobre explorar as cores para nos manter atentos. Vou revê-lo no futuro próximo. 13.10.2022
Amei! Nada como fugir do cinema estadunidense e poder ver outras perspectivas de um mundo tão vasto! Mesmo sendo uma história/narrativa que vemos com alguma frequencia, o filme não é nada genérico. Recomendo muito, nem que seja pra visitar brevemente o Chade.