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Data de lançamento
29 Abril 2006Duração
John Talia Jr.(TRevor Morgan)é um talentoso e problemático estudante de artes de 18 anos que quer se tornar um grande artista. Ao conhecer Nicoli Seroff (Armin Mueller-Sstahl), um genial pintor, ele insiste para que o velho mestre o ensine a pintar. Mas Seroff não só desistiu da arte, mas, também, da vida e quer ficar em paz. No entanto, ele convida John para passar uma temporada em sua casa na Pensilvânia, EUA. Juntos, dão um ao outro um precioso presente: o estudante aprende a ver o mundo através dos olhos do talentoso mestre, e o mestre aprende a ver a vida com os olhos da innocência novamente. Baseado em uma emocionante história real.
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A atuação do Trevon Morgan vai nos mesmos moldes de Jurassic Park 3, é um bom ator. Mas o título escolhido para distribuição no Brasil também foi super mal feito, a história é um conto sobre as artes e engana qualquer incauto que não leia um prólogo ou alguma revisão. Uma decisão errada (das muitas cometidas por esses gestores brasileiros) que usa um titulo que significa aulas para a vida, enquanto que a obra inteira é uma homenagem ao artista amigo do Diretor George Cherepov. O pior é que o titulo original tem pintada de arte (Local Color, Uma cor local). Acho outro ponto negativo, a grande falha foi deixar de montar uma historia real com o nome real do artista então já estraga a expectativa de quem assiste saber que Nikolai não existe porque a atuação do Armin Stahl é bacana. Não tem lição nenhuma de vida nesse filme: só um belo drama clichê. Mas do lado bom temos enfim uma sensação de como é essas tutoriais em escolas de arte, virtuosos e seus aprendizes, é divertido assistir. Do inicio do filme até o meio isso é bem bacana e gostoso de assistir, mas o enredo não cria nada novo do meio para o fim, fica um vazio sobre a casa no campo, o filme tem bons atores diga-se que são mal aproveitados e não constrói muito com seus personagens (já que a historia é uma ficção de fato seria bom criar uns fatos divertidos) como o Ray Liotta e o Ron Perlman. Mas o filme se enrolou com a escolha de falar sobre arte na minha opinião, o Armin Stahl até que se esforça para pegar o espirito dos grandes pintores como o tal George Cherepov (que talvez nem seja nome da arte de primeiro escalão da época que atuou, não custa deliberar aqui isso mas se não for não admira já que pela obra que assisti e alguns reviews de críticos parece que diretor quis fazer o filme para proprio deleite pessoal apenas). A boa dica: saudade dos bons /produtos filmes de televisão aberta? Historia mediana mas agradável? Arrume um tempo e assista essa junto com outras.
Karate Kid versão pintores.
(ninguém aguenta mais a crítica gratuita e clichê à arte contemporânea)
Poético, inspirador, singular, muuuito bom!
Quem tiver um olhar sensível para arte fará boa leitura do filme
=)
Filme bom para se fazer algumas reflexões.
Simples, verdadeiro e bonito!