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Data de lançamento
12 Junho 1962Duração
Um erudito professor universitário britânico (James Mason) vai trabalhar nos EUA e lá, fica tão obcecado por uma jovem (Sue Lyon), que casa com sua mãe (Shelley Winters) para estar próximo dela. Porém, quando a esposa morre atropelada, ele acredita ser o momento adequado para seduzir a enteada - mas algo acontece que pode prejudicar seus planos.
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Repugnante, mas sabe te deixar curioso pelo desfecho.
Começa devagar e chatinho , mas da metade para frente fica muito bom , mas prefiro o de 97 , atuação dos dois atores principais como destaque 🤙🏻
16.08.2026 - HBO Max.
O maior mérito de Kubrick é equilibrar a repulsa pelo tema com um humor satírico mordaz. O filme faz rir de situações profundamente trágicas
A decisão de iniciar pelo fim (o assassinato) transforma o filme de uma obra sobre "abuso" em uma investigação sobre "ciúme e loucura", facilitando sua aceitação e focando na psique masculina despedaçada
Kubrick percebeu o gênio improvisacional de Sellers e deu-lhe carta branca. Quilty torna-se a alma cômica e caótica do filme, um antagonista que opera quase em outra frequência existencial
O Solipsismo e o Olhar. Sátira do Sonho Americano. A Ilusão do Controle.
O ritmo decai consideravelmente durante a extensa viagem de carro (road trip), onde a repetição da paranoia de Humbert ameaça estagnar a narrativa
O pecado como um ato que "mata" a alma do próximo.
Lolita é a autópsia cinematográfica de uma alma que, ao trocar o Criador pela criatura, encontra apenas o abismo da própria loucura.
A incapacidade de moderar os impulsos da carne.
O filme causa mal estar mesmo sem ter nada explícito. Gostei das atuações e do filme em geral, só acho desnecessária a longa duração.