Syd é um jovem cuja vida é largada e futil. Depois de quase sofrer uma overdose de drogas, ele percebe que está prestes a perder a única mulher que amou na vida: London.
London é um drama claustrofóbico que a crítica massacrou na época do seu lançamento, mas que já assisti diversas vezes e cada vez que revejo torna-se melhor. Grande parte do filme se passa em um banheiro de uma festa de despedida da London, na casa de uma amiga, nesse banheiro ficam o Chris Evans e Jason Statham, e em alguns momentos a Joy Bryant e a Kelli Garnet. Lá eles estão sob efeito de cocaína e álcool, onde entregam diálogos acelerados, interrompidos e com alguns absurdos, no que vejo como uma escolha proposital do diretor, reproduzindo de forma crua e humana conversas de pessoas dopadas pelo consumo de drogas, tentando filosofar. A química entre o Chris e Statham é muito boa, tanto quanto a química do Chris com a Jéssica. Os diálogos entre o Chris e Statham acabam gerando um humor orgânico sem querer forçar; como em momentos da teoria do Van Gogh, as histórias de fetiches dentre outras. Considero um hidden gem que vale uma segunda chance para quem só assistiu no ano de lançamento.
Filme me surpreendeu positivamente, principalmente pela atuação dos atores, em especial Jason Statham, que infelizmente em Hollywood participa quase só de projetos muito ruins.
London é um drama claustrofóbico que a crítica massacrou na época do seu lançamento, mas que já assisti diversas vezes e cada vez que revejo torna-se melhor. Grande parte do filme se passa em um banheiro de uma festa de despedida da London, na casa de uma amiga, nesse banheiro ficam o Chris Evans e Jason Statham, e em alguns momentos a Joy Bryant e a Kelli Garnet. Lá eles estão sob efeito de cocaína e álcool, onde entregam diálogos acelerados, interrompidos e com alguns absurdos, no que vejo como uma escolha proposital do diretor, reproduzindo de forma crua e humana conversas de pessoas dopadas pelo consumo de drogas, tentando filosofar. A química entre o Chris e Statham é muito boa, tanto quanto a química do Chris com a Jéssica. Os diálogos entre o Chris e Statham acabam gerando um humor orgânico sem querer forçar; como em momentos da teoria do Van Gogh, as histórias de fetiches dentre outras. Considero um hidden gem que vale uma segunda chance para quem só assistiu no ano de lançamento.
Um drama muito louco! drogas e bebidas por todos os lados, e diálogos pesadíssimos.
Filme me surpreendeu positivamente, principalmente pela atuação dos atores, em especial Jason Statham, que infelizmente em Hollywood participa quase só de projetos muito ruins.
Gosto de ver certos atores, saindo da sua zona de conforto. Me surpreendi positivamente com as atuções de Statham e Evans.
Adorei a forma da história ser contada!
Maravilhoso acompanhar uma neurose obsessiva no ápice kkkkkk