Ao notar que vários pacientes de um manicômio estão recebendo altas, uma médica descobre que dentre eles, foi dada alta por engano a um perigoso psicopata. Vendo isto, ela irá até uma faculdade do interior, onde ele cometeu um massacre a dezessete anos atrás, para capturá-lo e evitar um novo banho de sangue.
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A trama tem elementos bons, mas apresentados de forma desleixada, sem elaboração, o que poderia, se bem executado, melhorar significativamente a história. O vilão principal é simplesmente mudo, com uma aparência de psicopata, mas tão chato e desinteressante que desanima.
O elenco de apoio é bem fraco, com personagens clichês e sem nenhum coadjuvante que se destaque para enriquecer a trama.
O plot twist no final até que é bom. Porém, acho que, até a mãe ir abraçar seu filho, a protagonista teve tempo suficiente para ir lá e apunhalá-lo.
Há também uma cena em que ela cai na escada, tropeçando em uma bolsa, que é patética.
Assistido em 08/07/2025
Um hospital psiquiátrico libera um perigoso psicopata por engano e o cara ruma para a irmandade Delta Omega. A Dra. Joan Gilmore segue os passos do maluco enquanto o staff do hospital tenta encobrir a cagada.
Silent Madness é um slasher de 1984. O diferencial desse slasher é que ele foi lançado em 3D, mas a versão que vi agora foi a 2D mesmo. O body count fica em 15 e algumas mortes são criativas. Pena que o psicopata não tem o menor carisma.
Razoável. As mortes são criativas e até mesmo divertidas, porém as coreografias das lutas são piores do que as do Chaves. Particularmente, prefiro slashers mais clichê, envolvendo mistério na identidade do assassino, bem como umas paradas meio sobrenaturais. Silent Madness tem um assassino songamonga que mesmo com todo sua falta de habilidade em matar, sobrepuja suas vítimas ainda mais ineptas.
Slasher oitentista. O hospital psiquiátrico. O erro do hospital e a desconfiança da doutora. Alguns peitos. O assassino tem mó cara de psico. O colégio de mulheres. Os psicos da ambulância. O filme não consegue construir clima nenhum... Deu sono. Até tem uma reviravolta que lembra um pouco Sexta-Feira 13, mas... Muito fraco.
Se o Tom Savini fosse o responsável pela maquiável com tantas mortes criativas o filme seria bem melhor.