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Data de lançamento
27 Jan. 2015Duração
A carreira do procurador federal Sam Ellis (Patrick Wilson) está em ascensão. Prestes a concorrer a uma vaga no Senado, ele descobre que uma estagiária de seu escritório (Dianna Agron) está apaixonada por ele, o que culmina em uma decisão radical do homem para tentar conter seus desejos. Mas quando a situação gera uma dependência que foge completamente de seu controle, Sam é forçado a tomar medidas cada vez mais perigosas para esconder seus atos da imprensa, da lei e de sua esposa (Lena Headey).
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Zipper (no Brasil, Sedução e Poder ou Luxúria e Poder) é um drama que acompanha Sam Ellis, um procurador federal em ascensão cuja carreira política promissora começa a ruir quando ele desenvolve um vício em acompanhantes de luxo. O filme explora a dualidade entre a imagem pública impecável e os desejos privados incontroláveis, mostrando como a ambição pode conviver com a autodestruição. Patrick Wilson entrega uma atuação convincente, revelando a fragilidade emocional por trás do homem poderoso, enquanto Lena Headey, como sua esposa, representa o peso das consequências familiares do segredo. A direção mantém um clima tenso e sóbrio, focado mais no impacto psicológico e moral do que em sensualidade explícita. Embora não revolucionário, Sedução e Poder funciona como um retrato eficiente da hipocrisia política e da queda de um homem incapaz de enfrentar seus próprios impulsos.
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5,0 visto no corujão, fraquíssimo
Curti o modo como foi conduzido, fotografia e a escolha do ator e atuação dela. Sendo que até a metade não empolga, mas depois começa a se desenvolver só que fiquei confuso com a proposta pois achei que tentaram atirar pra vários lados incluindo o desfecho que cria em nós mais perguntas na cabeça.
Temas: compulsão sexual, traição, política x poder, intrigas políticas, manipulação de massa através da imprensa, mentiras, casamento de aparência...
Globo, Corujão, em 21//12/23
Zipper (Luxúria e Poder) - EUA - 2005 - 🎥Direção: Mora Stephens - visto no dia 26.06.22
>> Filme mediano, esperava muito mais pela sua promessa.
>> O Tema é muito interessante, mas é uma pena que foi mal explorado.
>> O elenco desse filme é ótimo, mas uma pena que são mal aproveitados em personagens rasos, alguns totalmente vazios: Destaco o trabalho de Patrick Wilson, Lena Headey, e da prórpia Diana Agron, mesmo participando muito pouco, deixa seu pequeno brilho no filme, pois o personagem foi desperdiçado aparecendo muito pouco.
>> O Melhor personagem desenvolvido, obviamente, foi o protagonista interpretado pelo Patrick Wilson, chamado Sam Ellis.
>> O roteiro tinha um potencial incrível mas como falei: foi desperdiçado. No final não gerou quase impacto a história. O contexto é o seguinte: O
protagonista sofre de compulsão sexual severa, trai a esposa inúmeras vezes, inclusive com uma colega de trabalho, estagiária, bem nova que a sua esposa. Essa mulher se diz apaixonada por ele, e ele se entrega a esse desejo sexual, carnal desenfreado
>> E nessa trama toda,
além de esconder da esposa, da imprensa e dos colegas de trabalho
sacríficio da mulher que muitas vezes abandona a carreira profissional própria para ajudar o marido na campanha política, ou na carreira como foi citado aqui,
>> A falha no roteiro está no seguinte: Todo o universo do filme é abordado de forma muito leve. Não tem cenas realistas, não tem aprofundamento, é previsível, não tem cenas impactantes. Igual a
compulsão sexual:
>> Mas o filme traz uma reflexão: Imagine a quantidade de políticos que tem uma vida dupla, que mente em frente a uma câmera e microfone, mente em casa, finge na sociedade ter uma vida normal mas que por trás, faz um monte de podres, põe tudo debaixo do tapete, sempre tem alguém acobertando: os colegas de trabalho que falam que o povo não liga para isso tudo, falam que o importante é focar na carreira política, que é normal essas atitudes, afinal, o homem tem que se aliviar e se divertir, além da assessoria de imprensa que controla tudo o que você fala, publica para não arruinar a sua imagem profissional. Tudo se resume a status, dinheiro, poder.
>> Poder é o tema principal do filme, mas que também considero mal explorado: focou pouco, poderia ter mostrado mais sobre o que as pessoas fazem pelo poder, realmente o Senado, toda camada política sempre tem alguma corrupção, escandalos envolvidos para aumentar e se sustentar no poder.
> A
compulsão sexual
Mostrando um pouco de sistema de 'trabalho' de Sam Ellis para escolher a mulher, pegar os dados da garota, ver fotos, todo o perfil da acompanhante.
>> Aqui teve a participação da bela e grande atriz Alexandra Breckenridge fazendo uma mulher sensual que enlouquece todo homem rsrs. Essa atriz fez a primeira temporada de American Horror Story se não me engano.
>> Então é isso: faltou no final ousadia para a diretora, faltou se arriscar mais. Ficou muito no lugar comum da história, muito suave a crítica, perdeu o seu peso como foi dito. O elenco não foi bem aproveitado. Mas tem cenas interessantes, tem partes que se salvam, até partes do contexto principal que dá para tirar boas reflexões. Uma pena que seja um filme esquecível com o tempo. Se tivesse todos os tópicos que falei, seria um filme com uma crítica mais latente sem dúvidas. Mas é um filme mediano mesmo.
Nota: 6,0