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Aurora Boreal, um cabeleleiro desconhecido, sonha com a glória e a fortuna. Mas seu salão é muito humilde e ele só lida com empregadas domésticas. Quando Conceição, uma parente sua, chega ao Rio de Janeiro para morar com ele, Aurora resolve fazer dela manicure e capitalizar a paixão que a bela mulata desperta nos homens. Um rico comendador se apaixona por Conceição e ela passa a noite com ele no seu supermercado. Mas ela só traz para casa um saco de gêneros alimentícios. Aurora entra em crise e tenta seu primeiro suicídio, fazendo uma câmara de gás de perfume. Tudo o que ele consegue, porém, é uma forte crise de fígado. Surge então Glorinha, uma manicure morena e muito descontraída, que enfeitiça Flávio, gerente de um banco, conseguindo um enorme empréstimo para Aurora. Novo Suicídio é tentado pelo cabelereiro quando o empréstimo não chega, deitando-se em plena Avenida Copacabana na hora do 'rush', a terceira manicure, Madalena, uma loura argentina, agarra o Dr. Curto, um homem complexado por sua baixa estatura. Mas Madalena é raptada por Severino Fritz, chefe de segurança da fábrica, ex-oficial nazista e neurótico de guerra, que alega ser a moça uma terrorista. Mas Madalena, apesar de tudo, consegue com industriais japoneses o restante do dinheiro para montar o mais lindo salão para Aurora.
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Visto hoje(04/07/2025) essa pornochanchada relativamente engraçada no final da década de 78. O enredo como sempre para esse gênero é bobo, seu intuito era mais para mostrar os corpos das atrizes.
Destaques para Carlos Leite, a bela mulata Adele Fátima com seu corpo escultural e também da bonita loira argentina Marta Moyano.
- mais do mesmo das chanchadas da época, com o filme dividido em tres histórias
- esse tem o diferencial do aurora boreal como fio condutor entre as histórias
- e claro a participação da adele fatima no melhor seguimento
concordo que seja menos pornochanchada. a história tem como personagem principal o aurora boreal de carlos leite dando uma entrevista para o mossy, numa situação de metalinguagem muito interessante. a história tem muitos elementos engraçados e que funcionam pra amarrar a trajetória, como as milhares tentativas de suicídio. ironicamente o filme perde um pouco do ritmo na parte que tenta ser mais pornochanchada, quando insere a bela marta moyano nas situações de conseguir dinheiro pro salão. ali, ao menos, há elementos engraçados, como a secretária do dr curto.
depois o filme se recupera até o plot twist do final que é bastante funcional até hoje, pelo menos comigo!!
o filme usa beatles (!) numa trilha provavelmente não autorizada, já que chegou a usar eleanor rigby inteira numa cena. achei interessante o mossy usar um personagem gay (ou pelo jeito bi) como personagem principal, mesmo que não tenha nenhuma profundidade ou representatividade
Das fitas cariocas do diretor Carlo Mossy essa eu considerei,igual alguém escreveu num comentário embaixo este filme é mais chanchada(besteirol acrescido com aquele erotismo pueril de praxe condizente ao período),tendo a mulata Adele Fátima e a louraça Marta Moyano roubam a cena.Revi em 26-05-22, canal Brasil.
O mito Mossy dirige essa comèdia-chanchada, dá show de narrativa com profusão de estilos sempre levando pro alto-astral e com um domínio do olhar cinematográfico que em alguns momentos percebe-se uma influência de Richard Lester. A trama boba é a desculpa pra situações bizarras, personagens exagerados e o climão de fantasia numa grande brincadeira que a cena final apena reforça o que o filme todo espreitava.
Carlo Mossy merece ser mais celebrado. Ainda se tem muito preconceito contra o cinema nacional. Uma pena. Viva o cinema brasileiro !!!!!!!!!!!