Mãe solteira, Anney dá à luz após um acidente. Felizmente, logo conhece Lyle, que assume a pequena Bone e lhe dá outro filho. Mas ele também morre num acidente. Com o apoio da família, Anney sustenta as filhas. Sua carência, entretanto, a faz aceitar o pedido de casamento do apaixonado e tempestuoso Glen. Desde o início, a relação entre Bone e Glen não é boa e piora quando Anny perde o filho que está esperando. Perder o filho que tanto queria faz Glen tornar-se mais violento e perturbado. Bone torna-se uma vítima fácil da ira do padastro. A situação fica dramática e, mesmo preferindo não saber dos abusos e violências que a filha tem sofrido, uma hora Anny terá de acordar! E optar: entre o amor pela filha e a necessidade de um marido...
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Pesado heim!!!
O que foi isso? São 19:29 de um sábado, três cervejas que já tomei e já tô destruído emocionalmente? Eu nunca imaginaria sentir um baque tão forte, quanto esse filme (datado, digamos de passagem). Filme com uma direção de arte já antiga, mas de uma mensagem tão atual, tão forte, que não me lembro da última vez que um filme mexeu tanto comigo. Bom vou proveitar que tenho mais cervejas, esta cedo ainda e vou ver um filme de puro entretenimento, para relaxar.
Marcas do Silêncio é um filme muito bom, bem pesado, faz tempo que um filme não me tirava dos eixos, algumas cenas daqui embrulharam meu estômago, principalmente uma perto do final.
Confesso que passei o filme todo com raiva do porcaria do padrasto e da mãe omissa, bicho, papo reto, como pode a mulher trocar a própria filha por um macho escroto daqueles?
A Jenna Malone entregou uma atuação gigante, com apenas 10 anos de idade na época, Jenna tirou de letra, um papel difícil até para adultos!
Não sou do tipo caxias, mas tem cenas nesse filme que poderiam tranquilamente ter sido feitas com uma dublê em vez de uma criança de 11 anos.
Jennifer Jason Leigh merecia muito mais reconhecimento pelo tipo psicossexualmente afetado que ela interpreta, dentro desse recorte, com muita versatilidade. Vida CONQUISTA SANGRENTA, OS OITO ODIADOS, SHORT CUTS, etc. E Me atrevo: se tivesse sido escalada para ELLE, como quase foi, teria sido ainda melhor que Isabelle Huppert.