Maria 38 é uma vigarista da Lapa, no Rio de Janeiro, mas que tem bom coração. Emprega-se como babá de um menino de sete anos a serviço de um plano para sequestrá-lo, mas afeiçoa-se a ele, arrepende-se e tenta evitar o sequestro.
Nunca tinha ouvido falar nem do filme e nem da atriz principal, vi por acaso, estava procurando outro filme e esse apareceu, foi uma boa surpresa. :) Gostei.
Minha primeira impressão da Eliana como atriz não foi das melhores, sempre a achei muito apática e no automático nas cenas em outros filmes que assisti com ela, mas nesse filme, ela está deslumbrante e divertidíssima nessa comédia. Por mais que várias situações sejam forças e bem irreais, a graça do filme é justamente essa suspensão de realidade que ele nos leva.
O roteiro deste filme é repleto de inconsistências e situações inverossímeis e o desfecho é muito súbito e mal-elaborado, mas, mesmo assim, o filme diverte bastante e agrada sobremaneira, sobretudo pela ótima interpretação - como sempre - da maravilhosa sobrinha do diretor. O elenco secundário também está muito bem, as brincadeiras envolvendo gírias são hilárias ("naquela base!") e o intérprete do garoto Marinho é muitíssimo carismático. Se este filme fosse exibido na Sessão da Tarde, iria agradar bastante: é muito, muito melhor que comédias infantis congêneres, inclusive estrangeiras. Aliás, é um equívoco registrar este filme como chanchada: a mistura de gêneros que o diretor opera aqui demonstra que ele esteja antenado às rápidas transformações de seu tempo. No mínimo, muito interessante: principalmente, levando-se em conta a dificuldade em construir uma heroína tão marginalizada (e tão ciente quando repetidora disso)! (WPC>)
Muito divertido! Trata-se de uma história clichê com alguns bons momentos de aventura e ação.
Nunca tinha ouvido falar nem do filme e nem da atriz principal, vi por acaso, estava procurando outro filme e esse apareceu, foi uma boa surpresa. :)
Gostei.
Minha primeira impressão da Eliana como atriz não foi das melhores, sempre a achei muito apática e no automático nas cenas em outros filmes que assisti com ela, mas nesse filme, ela está deslumbrante e divertidíssima nessa comédia. Por mais que várias situações sejam forças e bem irreais, a graça do filme é justamente essa suspensão de realidade que ele nos leva.
Boa e divertida comédia nacional com Eliana e John Herbert, assisti na TV Cultura anos atrás.
O roteiro deste filme é repleto de inconsistências e situações inverossímeis e o desfecho é muito súbito e mal-elaborado, mas, mesmo assim, o filme diverte bastante e agrada sobremaneira, sobretudo pela ótima interpretação - como sempre - da maravilhosa sobrinha do diretor. O elenco secundário também está muito bem, as brincadeiras envolvendo gírias são hilárias ("naquela base!") e o intérprete do garoto Marinho é muitíssimo carismático. Se este filme fosse exibido na Sessão da Tarde, iria agradar bastante: é muito, muito melhor que comédias infantis congêneres, inclusive estrangeiras. Aliás, é um equívoco registrar este filme como chanchada: a mistura de gêneros que o diretor opera aqui demonstra que ele esteja antenado às rápidas transformações de seu tempo. No mínimo, muito interessante: principalmente, levando-se em conta a dificuldade em construir uma heroína tão marginalizada (e tão ciente quando repetidora disso)! (WPC>)