Após retornar da guerra no Afeganistão, um soldado (Matthias Schoenaerts) sofre de stress pós-traumático. Ele recebe a tarefa de cuidar da esposa (Diane Kruger) e do filho de um rico empresário libanês enquanto este fica fora da cidade.
MARYLAND Direção: Alice Winocour Ano: 2015 Assistido em: 14/03/2026
Faz muitos anos que a minha estratégia de assistir filmes mudou. Eu não assisto mais a trailers, não procuro saber muita coisa; no máximo busco uma sinopse simples, de três ou quatro linhas, daquelas bem genéricas, além de quem está dirigindo e quem está no elenco. Se chama minha atenção, eu assisto; se não, deixo de lado. Essa estratégia vem se revelando muito frutífera, pois chego diante do longa "limpo", sem muitas informações que possam prejudicar o meu entendimento. Só que nem sempre as coisas dão certo. Às vezes eu me deparo com tramas que andam, andam e não saem do lugar, e foi exatamente isso que eu senti assistindo a Maryland.
Após retornar do Afeganistão com fortes traumas psicológicos, Vincent, um ex-soldado das forças especiais, aceita trabalhar como segurança de Jessie, esposa de um rico empresário libanês, e de seu filho, Ali. Enquanto passa a protegê-los em uma luxuosa casa no sul da França, Vincent começa a suspeitar de ameaças ao redor da família e precisa decidir até que ponto suas percepções são reais ou fruto de sua mente perturbada.
Quando a história começou, eu estava esperando algo mais intenso, algo mais reativo. Por um tempo, eu pensei que Vincent iria se envolver com Jessie, mas não foi bem isso o que aconteceu. O prometido envolvimento deles, é diferente. Vincent decide protegê-la, junto com o filho Ali, dos inimigos do marido dela. A partir daí, a gente tem que aguentar um primeiro ato terrivelmente arrastado e, quando as coisas resolvem começar a acontecer, o filme já está mais perto do fim do que do começo.
Para mim, o grande problema aqui é que Maryland parece não saber o que quer ser. O filme não decide se é um drama psicológico ou um thriller de ação. Fica perdido no meio do caminho, uma coisa insossa, sem graça, que termina do mesmo jeito que começa, mantendo o status quo e desperdiçando bons atores. Matthias Schoenaerts e Diane Kruger são excelentes intérpretes e, quando têm material, conseguem atuar muito bem, mas aqui não foi o caso, pelo menos eles são lindos, e fazem um bem danado para as vistas. Mas, no final das contas, o que sobra é uma obra desmotivante.
É até difícil escrever meia dúzia de palavras sobre essa história, porque ela representa justamente o tipo de produção que mais me irrita. Quando você gosta de algo, consegue falar bastante e defender aquilo com entusiasmo; quando você despreza, também dá para ser incisivo na crítica. Agora, quando o filme não significa nada, não te diz nada e não causa nenhuma oscilação emocional, isso é sinal de que foi pura perda de tempo. E, honestamente, com a vida corrida que a gente tem hoje em dia, passar uma hora e meia assistindo a uma produção sem graça é muito pior do que investir o mesmo tempo em uma verdadeira bomba atômica de tão ruim, que pelo menos vai te deixar indignado no final da exibição.
sem pé nem cabeça, final sem explicação nenhuma, até agora não entendi qual era o objetivo desse filme. a personagem da Diane Kruger só conseguiu me irritar do começo ao fim. Só o Matthias Schoenaerts pra salvar esse filme mesmo.
Achei um pouco cansativo a forma como a história foi contada, mas não é um filme ruim, acho que a atuação tensa/densa do Matthias Schoenaerts foi a melhor coisa do filme.
MARYLAND
Direção: Alice Winocour
Ano: 2015
Assistido em: 14/03/2026
Faz muitos anos que a minha estratégia de assistir filmes mudou. Eu não assisto mais a trailers, não procuro saber muita coisa; no máximo busco uma sinopse simples, de três ou quatro linhas, daquelas bem genéricas, além de quem está dirigindo e quem está no elenco. Se chama minha atenção, eu assisto; se não, deixo de lado. Essa estratégia vem se revelando muito frutífera, pois chego diante do longa "limpo", sem muitas informações que possam prejudicar o meu entendimento. Só que nem sempre as coisas dão certo. Às vezes eu me deparo com tramas que andam, andam e não saem do lugar, e foi exatamente isso que eu senti assistindo a Maryland.
Após retornar do Afeganistão com fortes traumas psicológicos, Vincent, um ex-soldado das forças especiais, aceita trabalhar como segurança de Jessie, esposa de um rico empresário libanês, e de seu filho, Ali. Enquanto passa a protegê-los em uma luxuosa casa no sul da França, Vincent começa a suspeitar de ameaças ao redor da família e precisa decidir até que ponto suas percepções são reais ou fruto de sua mente perturbada.
Quando a história começou, eu estava esperando algo mais intenso, algo mais reativo. Por um tempo, eu pensei que Vincent iria se envolver com Jessie, mas não foi bem isso o que aconteceu. O prometido envolvimento deles, é diferente. Vincent decide protegê-la, junto com o filho Ali, dos inimigos do marido dela. A partir daí, a gente tem que aguentar um primeiro ato terrivelmente arrastado e, quando as coisas resolvem começar a acontecer, o filme já está mais perto do fim do que do começo.
Para mim, o grande problema aqui é que Maryland parece não saber o que quer ser. O filme não decide se é um drama psicológico ou um thriller de ação. Fica perdido no meio do caminho, uma coisa insossa, sem graça, que termina do mesmo jeito que começa, mantendo o status quo e desperdiçando bons atores. Matthias Schoenaerts e Diane Kruger são excelentes intérpretes e, quando têm material, conseguem atuar muito bem, mas aqui não foi o caso, pelo menos eles são lindos, e fazem um bem danado para as vistas. Mas, no final das contas, o que sobra é uma obra desmotivante.
É até difícil escrever meia dúzia de palavras sobre essa história, porque ela representa justamente o tipo de produção que mais me irrita. Quando você gosta de algo, consegue falar bastante e defender aquilo com entusiasmo; quando você despreza, também dá para ser incisivo na crítica. Agora, quando o filme não significa nada, não te diz nada e não causa nenhuma oscilação emocional, isso é sinal de que foi pura perda de tempo. E, honestamente, com a vida corrida que a gente tem hoje em dia, passar uma hora e meia assistindo a uma produção sem graça é muito pior do que investir o mesmo tempo em uma verdadeira bomba atômica de tão ruim, que pelo menos vai te deixar indignado no final da exibição.
Cansada de ver a perfeição que é o Matthias Schoenaerts atuando em filmes ruins :(
sem pé nem cabeça, final sem explicação nenhuma, até agora não entendi qual era o objetivo desse filme.
a personagem da Diane Kruger só conseguiu me irritar do começo ao fim. Só o Matthias Schoenaerts pra salvar esse filme mesmo.
Achei um pouco cansativo a forma como a história foi contada, mas não é um filme ruim, acho que a atuação tensa/densa do Matthias Schoenaerts foi a melhor coisa do filme.
A maravilhosa combinação Diane Kruger e Matthias Schoenaerts aliada a uma sutil e poderosa trilha sonora é perfeita.