Sherlock Holmes and the Masks of Death - Estados Unidos da América
Sinopse
O famoso detetive Sherlock Holmes investiga uma série de crimes hediondos que tem ligações com o desaparecimento de um embaixador alemão. O caso tem conexões diplomáticas e pode colocar os dois países em guerra.
The Masks of Death de 1984, no Brasil Máscaras da Morte, é um filme com muito diálogo e pouca ação. A única cena de ação, digamos assim, nos primeiros 30 minutos foi eles interrogando o bêbado. A trama de política e guerra se misturou no começo com os assassinatos, mas depois se entrelaçaram de vez, e eu não entendi muito bem. Foi bem confuso, e a baixa resolução que eu achei do filme também prejudicou, deixando tudo ainda mais difícil de acompanhar. Além disso, hoje foi bem corrido pra mim e eu tive que parar de ver o filme uma pá de vez, o que atrapalhou um pouco mais.
Mas mesmo assim vale pelo mito Peter Cushing, que carrega o filme inteiro nas costas com aquele magnetismo absurdo, entregando um Holmes envelhecido, metódico e ainda cheio de presença. Destaque para John Mills com o Watson, o inseparável biógrafo de Sherlock Holmes, que aqui funciona como o equilíbrio perfeito para o tom pesado e cheio de diálogos longos da trama. Ele dá vida às cenas mais humanas, segurando as pontas quando a história vai para caminhos políticos mais densos.
E aqui o quase irreconhecível Ray Milland nos brinda com sua presença, apesar de um papel menor que quase passa batido. Mesmo assim, é sempre um acréscimo ver um ator desse calibre participando, dando um charme a mais ao elenco e reforçando a sensação de estar vendo uma produção clássica de respeito.
E também vale mencionar a Anne Baxter, que aparece pouco, mas entrega uma presença marcante daquele jeito elegante e firme que ela sempre teve. Mesmo com um papel pequeno, ela dá um charme extra às cenas em que surge e ajuda a reforçar a qualidade do elenco como um todo.
Bonitinha a declaração de Holmes para o Watson falando de sua amizade, um momento simples mas sincero, dando aquele toque emocional que deixa o filme com algo mais suave e pessoal.
Dentro dessa mistura de política, mistério, diálogos extensos e um ritmo bem contido, esse detalhe final acaba sendo um dos pontos mais marcantes.
Esse telefilme britânico vale mais pelo veterano Peter Cushing fazendo uma marcante interpretação do famoso detetive Sherlock Holmes. A história não é das melhores e em algumas partes o ritmo é bem lento. Mas ainda assim vale assistir.
Este tipo filme de já não era tão cotado pelo público na época em que esta charmosa e modesta produção da Hammer foi produzida. A interpretação do sempre excelente Peter Cushing como o detetive Sherlock Holmes é irrepreensível, mesmo tendo na época a idade avançada (Robert Downer Jr. não chega aos pés). É uma fita curta com estória simples e com um grande elenco de apoio. No final resulta num filme agradável de assistir. E as locações, clima soturno e sombrio das noites londrinas são charmosíssimos.
O filme conserva certo charme das produções da década de 1960, Cushing apresenta um bom desempenho, e mesmo se tratando de uma história menos consegue ser intrigante.
The Masks of Death de 1984, no Brasil Máscaras da Morte, é um filme com muito diálogo e pouca ação. A única cena de ação, digamos assim, nos primeiros 30 minutos foi eles interrogando o bêbado. A trama de política e guerra se misturou no começo com os assassinatos, mas depois se entrelaçaram de vez, e eu não entendi muito bem. Foi bem confuso, e a baixa resolução que eu achei do filme também prejudicou, deixando tudo ainda mais difícil de acompanhar. Além disso, hoje foi bem corrido pra mim e eu tive que parar de ver o filme uma pá de vez, o que atrapalhou um pouco mais.
Mas mesmo assim vale pelo mito Peter Cushing, que carrega o filme inteiro nas costas com aquele magnetismo absurdo, entregando um Holmes envelhecido, metódico e ainda cheio de presença. Destaque para John Mills com o Watson, o inseparável biógrafo de Sherlock Holmes, que aqui funciona como o equilíbrio perfeito para o tom pesado e cheio de diálogos longos da trama. Ele dá vida às cenas mais humanas, segurando as pontas quando a história vai para caminhos políticos mais densos.
E aqui o quase irreconhecível Ray Milland nos brinda com sua presença, apesar de um papel menor que quase passa batido. Mesmo assim, é sempre um acréscimo ver um ator desse calibre participando, dando um charme a mais ao elenco e reforçando a sensação de estar vendo uma produção clássica de respeito.
E também vale mencionar a Anne Baxter, que aparece pouco, mas entrega uma presença marcante daquele jeito elegante e firme que ela sempre teve. Mesmo com um papel pequeno, ela dá um charme extra às cenas em que surge e ajuda a reforçar a qualidade do elenco como um todo.
Bonitinha a declaração de Holmes para o Watson falando de sua amizade, um momento simples mas sincero, dando aquele toque emocional que deixa o filme com algo mais suave e pessoal.
Assistido em 28/11/2025
07/04/2024
Esse telefilme britânico vale mais pelo veterano Peter Cushing fazendo uma marcante interpretação do famoso detetive Sherlock Holmes. A história não é das melhores e em algumas partes o ritmo é bem lento. Mas ainda assim vale assistir.
Este tipo filme de já não era tão cotado pelo público na época em que esta charmosa e modesta produção da Hammer foi produzida.
A interpretação do sempre excelente Peter Cushing como o detetive Sherlock Holmes é irrepreensível, mesmo tendo na época a idade avançada (Robert Downer Jr. não chega aos pés). É uma fita curta com estória simples e com um grande elenco de apoio.
No final resulta num filme agradável de assistir. E as locações, clima soturno e sombrio das noites londrinas são charmosíssimos.
O filme conserva certo charme das produções da década de 1960, Cushing apresenta um bom desempenho, e mesmo se tratando de uma história menos consegue ser intrigante.