O filme conta a improvável amizade entre Caíto, um enigmático adolescente rufião, e Lorenzo, um adolescente com um sentido excessivo de responsabilidade e um medo enorme de estar sozinho. Situado em uma pequena cidade na Patagônia, a história começa quando a vida da família na casa de Lorenzo é alterada depois de concordar em assumir por um tempo Caíto, o filho de um amigo que está enfrentando alguns problemas em casa. Seguindo essa convivência forçada, Lorenzo vai ser forçado a cuidar do novo hóspede, enquanto que, se envolver em sua loucura vai acabar entrando no ríspido e às vezes desconcertante caminho da auto-descoberta.
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Que final intenso, lindo poético é duro, mas é isso aí aliais Cato é um tetéu de tão lindk
O filme abordou o estresse e a angústia de perceber sua sexualidade de uma forma tão realista e terna. Os dois personagens principais são tão verdadeiro que parece que estamos vivendo a vida real. Que somos nós ou um amigo próximo que esta passando por esta situação. Gosto de como, ao contrário de outros filmes, ele não sexualiza demais a experiência gay. Atuações magnificas, Lorenzo não precisava nem abrir a boca para demonstrar o amor e angústia do que sentia por Caito. Tenho lido alguns reclamando que o filme é muito parado, que não tem momentos “quentes”; para mim, isso que foi o diferencial do filme, eles nos mostra um adolescente despertando sua sexualidade e descobrindo o amor por um outro que até então não tinha noção desse tipo de sentimento devido ao meio rude e violento em que foi criado. Recomendo este filme para aqueles que querem ver um filme que nos faz recordar os sentimentos e emoções do primeiro amor na adolescência.
o filme é arrastado, não tem acontecimentos e nem se desenvolve dentro da temática. o que salvou foi o cenário exuberante com belos lugares
Trama sem rumo nenhum.Pra completar temos uma dupla de protagonistas sem grandes momentos e expressões.
>Assistido em 02 de Outubro de 2024
Da Argentina, Mi Mejor Amigo é um drama notavelmente sensível que mantém seus temas LGBTQIA+ borbulhando em segundo plano, nunca fazendo sensacionalismo para fazer um grande ponto de enredo. Isso pode fazer com que se sinta um pouco evasivo, mas há uma notável falta de sentimentalismo que ajuda o filme a ressoar muito fortemente. À medida que se aprofunda cada vez mais nos pensamentos e sentimentos de um adolescente, torna-se realmente muito comovente. Essa personagem central é Lorenzo (Angelo Mutti Spinetta), de 16 anos, que vive na remota Patagônia argentina com seus pais educados e quase encantadores (Moro Anghileri e Guillermo Pfening). Lorenzo é bonito e sensível, mais interessado em livros ou música do que em praticar esportes. Não admira que ele seja sempre o último escolhido para as equipes esportivas. Então, um dia, seus pais acolhem o filho de um amigo da família que precisa de um lugar para morar. Caito (Lautaro Rodriguez) é apenas um ano mais velho que Lorenzo, mas ele é seguro, confiante e muito legal. Pelo menos na superfície. As aparências serão insuficientes para durar, pois nas próximas semanas, Lorenzo rompe o exterior durão de Caito e encontra um pouco de vulnerabilidade por dentro. Lorenzo tem uma espécie de namorada, mas prefere passar todo o seu tempo com Caito, que continuamente o desafia a quebrar as regras. Para onde essa história vai nunca é óbvia: não há grandes pontos de enredo ou grandes momentos românticos. Por meio de uma série de eventos significativos, trata-se de um adolescente descobrindo sua própria sexualidade e aprendendo o que isso significa. Meiguinho!