Cientista que faz experiências revolucionárias envolvendo o cérebro humano morre de infarto fulminante após ser humilhado por um grupo de médicos num congresso de neurologia. Sua filha resolve se vingar deles, usando como "arma" uma sensual dançarina de unhas longas e envenenadas - que ela converteu em escrava graças às experiências do pai.
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Miss Muerte 1966, no Brasil O Diabólico Doutor Z. Confesso que torci para a vilã o filme inteiro. O problema é que os personagens principais (os mocinhos) são sem carisma nenhum. Acho que isso enfraquece bastante esses filmes que não são americanos, ainda mais quando você não tá familiarizado com os atores e eles não têm traços muito marcantes. Aí junta isso com personalidades fracas e comuns, e meu interesse sempre diminui.
O Dr. Zimmer (Antonio Jiménez Escribano) era um personagem que poderia ter sido um grande diferencial. A ideia dele não era ruim e nem centrada no mal, pelo menos inicialmente como o filme demonstra.
Infelizmente, como diz na própria sinopse, ele sai de cena cedo demais.
Aí quem assume é sua filha Irma Zimmer (Mabel Karr), que cumpre o pedido do pai antes de morrer e se vinga de todos, usando todo o conhecimento dele para o mal.
Eu achei o roteiro e a ideia central bem bons, mas faltaram algumas coisas que me deixaram com a impressão de que o filme poderia ter sido bem melhor.
O final é extremamente previsível e, pra mim, anticlimático. Desculpem, mas não consegui gostar de nenhum dos mocinhos.
No geral, tem uma premissa interessante e uma vilã quase marcante, mas os "heróis" fracos acabam pesando bastante contra o filme.
Assistido em 08/07/2026
Mais um Franco pra minha "coleção" (esse é de antes dele abraçar a putaria, haha). Com atuação do próprio como inspetor, além de Howard Vernon (Sie Tötete in Ekstase / Le Lac des Morts Vivants) e a bela Estella Blain. Bons cenários. Boa fotografia. O Dr. Zimmer. O laboratório. A descoberta sobre o bem e o mal. A experiência negada. O acontecimento. A Nadia (a tal Miss Muerte). A continuidade com a filha do Dr. e a vingança. A procura pela pessoa ideal. Atmosfera sombria. Boas mortes. Gostei.
Lançado em DVD no Brasil como O Diabólico Dr. Z, este é o melhor filme de Jesús Franco, do ponto de vista estético e narrativo. Com roteiro de Jean Claude Carriére (que colaborava com Luis Buñuel na mesma época) conta uma absurda estória de vingança que lembra o clássico O Gabinete do Dr. Caligari. Bela fotografia em preto e branco.
Não sei porque mas não estava esperando muito do filme, mas acabei gostando. Tem uma história bacana, bela fotografia em preto e branco, belas mulheres (típico do cinema de Jess Franco) e merece ser conhecido.
É uma boa estória ( manjada , por sinal e o diretor fez algo parecido num filme mais moderno ) . Possui as características de Jess Franco como imagens belíssimas e muita sensualidade ( só que neste não teve cenas de nudez como em outros mais modernos ) .
Apesar de ser mais um filme de suspense que de terror , tem momentos em que dá medo , inclusive pelos sons assustadores . Recomendo .