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Data de lançamento
18 Março 1988Duração
Universidade do Texas, Austin. Dexter Cornell (Dennis Quaid) é um professor de língua inglesa que se vê no meio de vários crimes, envolvendo pessoas ligadas a ele. Dexter tem um bom motivo para querer achar o assassino mas não tem muito tempo, pois descobriu que foi envenenado por uma toxina de lento efeito. Dexter não sabe quem fez isto nem o motivo. Enquanto tenta desvendar algo, recebe ajuda e consolo de uma aluna, Sydney Fuller (Meg Ryan), que o acha brilhante e não entende por qual razão parou de escrever.
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Filmaço
Desinteressante. Desnecessário.
O filme tem um desenvolvimento meio regular, só empolga quando o personagem de Dennis Quaid descobre o que está acontecendo com ele. E mesmo assim, ele faz investigar alguns assassinatos em que o envolveram.
Meg Ryan está linda e talentosa neste filme, pena que depois só fazia comédias românticas. Engraçado que este filme também se passa no Natal, e tem a participação de Daniel Stern. E quanto a motivação final do assassino, foi um motivo bastante fraco junto com sua revelação.
Olha, chega a ser lamentável com o passar do tempo o quanto estragaram a Meg Ryan passando por um extremo processo de estereótipo no cinema, sendo rotulada " tipo: Meg só dá certo pra fazer comédias românticas, outros tipos de filme,ela não emplaca e ponto! " Estão errados! Porque olhando lá pra trás (final dos anos 80) todos os expectadores viam um extremo dinamismo, empatia, energia virilidade dentro de um ser na Meg Ryan, não é a questão de "ficar falando" muito dela mas antigamente ela transpirava uma espécie de um "upbeat psicológico" aquela vibe apaixonante ,carisma,poder, garra,beleza viril e jovem, cativava seu público e ela fazia de suas atuações "que valia a pena"gastar a cada segundo da sua vida e pagar cada centavo do seu bolso" pra ver e apreciar uma Meg Ryan e depois, sair de uma sala de cinema, estupefato de além de mais que uma simples atuação ou uma incorporação de um personagem, a Meg entregava um momento ímpar de experiência ao seu expectador, que foi capaz de fazer o expectador levar por toda a vida uma paixão e admiração que fica impregnado no coração de seus adeptos e admiradores. Muitos fãs que eram jovens e hoje estão envelhecendo, pegaram um "crush da porra" por ela, fato!
Em poucas palavras: Eu amo Meg Ryan dos anos 80... foi a melhor coisa que já existiu neste mundo. E neste filme ela nada deixou a desejar completou e sustentou o filme.
Esse filme é tão bom, tão bom que merecia estar rodando no Netflix