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Vladimir Ivanoff (Robin Williams), um saxofonista do circo de Moscou, sente uma incrível falta de liberdade em seu país. Quando o circo faz uma exibição em Nova York Anatoly Cherkasov (Elya Baskin), o palhaço do circo, pensa em desertar e pedir asilo, mas não consegue por ter uma crise nervosa. Mas Vladimir toma a decisão de desertar quando vão fazer compras na Bloomingdale's, onde é ajudado por Lionel Witherspoon (Cleavant Derricks), uma guarda de segurança da loja que o convida a ficar em sua casa. Ivanoff faz uma lenta e dolorosa transição de cidadão russo para americano, sendo ajudado por Lucia Lombardo (Maria Conchita Alonso), uma vendedora da loja que acaba se tornando sua namorada. Lucia é italiana e sonha logo em ter sua cidadania legalizada. Vladimir também é ajudado por Orlando Ramirez (Alejandro Rey), um advogado especialista em imigração que há vinte anos atrás fugiu de Cuba em um pequeno barco. Vladimir vai se acostumando com os novos hábitos e conhece o estranho e apaixonante american way of life.
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MOSCOW EM NOVA YORK, é um filme cheio de altos e baixos, tem um bom elenco; Robin Williams carismático e charmoso. Boa trilha sonora e momentos movimentados. Entretanto, o filme não se decide ao certo se assume que é drama ou comédia, no entanto, falha nos dois. A extensão é desnecessáriamente longa e o discurso da América como terra da liberdade em pleno período da guerra fria, é deveras pretensioso. O filme pelo menos menciona que chineses, ursos, cubanos, latinos vivem nos EUA, terra da liberdade em condições precárias.
Não tem tanta comedia, esta mais para um drama com pitadas divertidas é uma critica politica, puxando é claro muita propaganda da liberdade, para america way life, porem muita coisa ali do começo do filme na russia, a esquerda pode se morder se quiser, mas é fato. É historia e nao escolha partidária.
Obvio que tem seus exageros, ate mesmo sobre a tal liberdade, onde o imigrante sofre muito preconceito, e essa liberdade exige um preço, que vem com um pais altamente capitalista e com problemas internos ferrenhos.
No final é um filme americano sobre um imigrante em meio a tantos que por N motivos saem de sua origem deixando tudo para trás, não e um dos melhores do Robin, mas é bacana
Não faz muito meu estilo de filme, porém, tive que assistir por causa da filmografia do Robin.
A pressão social e política só é suportável quando a gente se entrega ao amor e se diverte com o próprio talento.
* Proteção emocional afim de alcançar a solitude pode causar auto-sabotagem e depressão.
Às tantas críticas negativas me fizeram não dar muita importância a história… mas do pouco que vi achei chato, nem Robin salvou…