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Sinopse
A médica Charlotte tem encontros amorosos com alguns de seus pacientes, quando seu marido descobre a obriga a fazer terapia. Quando o casal muda-se para a Índia, tudo parece ter voltado ao normal, mas as coisas nem sempre são o que parecem.
O físico e botânico Robert Brown descobriu, em 1827, a movimentação aleatória e de vontade própria de partículas macroscópicas como consequência dos choques de moléculas de um fluido. Deu-se o nome de Movimento Browniano e se tornou referência em diversos estudos matemáticos, principalmente à Teoria do Caos, onde o bater de asas de uma borboleta na China altera a ordem natural das coisas. Deste pressuposto, a cineasta holandesa Nanouk Leopold roteirizou e dirigiu este drama amargo, sobre um médica enferma que, casada, escolhe outros parceiros pelas mais bizarras características.
E o movimento aqui é a casualidade da condição humana sem uma relação de causa e consequência ou explicação plausível. Um ciclo caótico de uma vida que mais vegeta do que vive. Isso explica a direção silenciosa e contemplativa, porém, este silêncio perdura demais e deixa este artifício linguístico cansativo, inclusive, no próprio conflito da linda protagonista.
A metaforização é latente na câmera da diretora no uso de ângulos estáticos, existenciais, reflexivos, simétricos e grandiosos. A narrativa é lenta e a elipse não explicativa é recorrente. Porém, faltou tato. Fica a sensação que deveria ter sido mais. Mas é um bom filme que deve ser visto de dentro pra fora.
Pela nota que tá aqui eu achei que ia ser uma bomba mas é só diferentão.
Sandra Hüller: perfeita, zero defeitos.
Sandra Hüller é o que há
mas que lindo apartamento!
Achei q ia ser uma putaria braba, com um drama elaborado..q nada. o filme se resume a silencio e vida de corno hahahaha, não vale a pena ver não.
O físico e botânico Robert Brown descobriu, em 1827, a movimentação aleatória e de vontade própria de partículas macroscópicas como consequência dos choques de moléculas de um fluido. Deu-se o nome de Movimento Browniano e se tornou referência em diversos estudos matemáticos, principalmente à Teoria do Caos, onde o bater de asas de uma borboleta na China altera a ordem natural das coisas. Deste pressuposto, a cineasta holandesa Nanouk Leopold roteirizou e dirigiu este drama amargo, sobre um médica enferma que, casada, escolhe outros parceiros pelas mais bizarras características.
E o movimento aqui é a casualidade da condição humana sem uma relação de causa e consequência ou explicação plausível. Um ciclo caótico de uma vida que mais vegeta do que vive. Isso explica a direção silenciosa e contemplativa, porém, este silêncio perdura demais e deixa este artifício linguístico cansativo, inclusive, no próprio conflito da linda protagonista.
A metaforização é latente na câmera da diretora no uso de ângulos estáticos, existenciais, reflexivos, simétricos e grandiosos. A narrativa é lenta e a elipse não explicativa é recorrente. Porém, faltou tato. Fica a sensação que deveria ter sido mais. Mas é um bom filme que deve ser visto de dentro pra fora.
A nota desse filme aqui... Como ousam? Simplesmente não entenderam.