A trama é baseada em um roubo real, que aconteceu nos anos 80, no Museu Nacional de Antropologia da Cidade do México. Depois foi feita a chocante descoberta de que os ladrões eram jovens do subúrbio e não grandes criminosos, como se pensava.
Indicado ao Urso de Ouro e vencedor de Melhor Roteiro no Festival de Berlim. O filme não é ruim, tem seus momentos, mas enrola demais e parece que não chega em lugar nenhum do meio para o final. A história real tem muitos detalhes que foram omitidos e que tornariam o filme muito mais dinâmico e interessante. Me espanta o prêmio de Melhor Roteiro, porque eu só fui perceber que o filme se passava em 1985 depois que fui ler a respeito, há uma cena do natal em que o sobrinho dele ganha um Lego do Star Wars que foi lançado pela primeira vez só em 2000, eu me preocupo tanto com esses detalhes quando vou escrever algo, vejo um roteiro preguiçoso aqui. O final é muito apressado, a relação familiar que poderia ser o mais interessante no desfecho também fica corrida. O elenco principal (Bernal e Ortizgris) funciona e estão muito bem.
Uma história real e tensa, uma boa história que não tinha conhecimento e gostei bastante de ser explorada, há tempos não via nada com Gael e ele é ótimo.
Bom filme baseado em fatos reais. Tem uma narrativa e uma construção de personagens interessante. Filme mexicano com cara e alma mexicana, como elementos culturais e históricos.
O relato acaba sendo uma boa produção, na minha opinião. Ela relata uma história real e acaba trabalhando de maneira muito interessante os personagens. Contudo, acho que o Diretor poderia ter explorado mais as paisagens e a relação do sentimento "anti-gringo" vivido pelo Gael.
O filme é um relato ficcional do que foi chamado de "O Golpe do Século", com as mudanças óbvias. Na realidade, foi realizado por dois estudantes de medicina veterinária, nomes reais Carlos Perches e Ramon Sardina. O filme retrata os eventos do assalto com bastante precisão, incluindo guardas do museu sendo descuidados devido a uma celebração de Natal, a quantidade e tipo de peças roubadas, o método de fuga, bem como a primeira suspeita do assalto sendo feito por profissionais que trabalham para negociantes de arte internacionais e a recompensa de 50 milhões de pesos oferecida pelo museu. Mais tarde, o filme compreende períodos de tempo e combina vários caracteres em um único. Na realidade, os ladrões conseguiram evitar a captura por quatro anos: Perches e Sardina foram para Acapulco, quando eles tentaram vender as peças para o traficante Jose Serrano e sua amante, uma famosa dançarina de cabaré apelidada de "Princesa Yamal". Serrano apresentou-os a Salvador Gutierrez, também conhecido como "El Cabo", outro traficante, que prometeu vender os artefatos e estimou um preço de um bilhão de dólares. Duas das peças foram entregues a Serrano em troca de cocaína por Perches, enquanto Sardina aparentemente lhe deu sete como prova de que eram os verdadeiros ladrões. Enquanto isso, a polícia havia perdido o controle das peças e fechado o arquivo, em parte pelo fato de o Museu não ter um inventário completo dos artefatos roubados até muito mais tarde, com os primeiros relatórios mostrando registros errados ou incompletos. Finalmente, em janeiro de 1989, a Polícia Federal mexicana prendeu "El Cabo", que lhes deu todas as pistas para encontrar os ladrões. Perches foi preso em abril em sua casa, junto com seu irmão e o resto dos artefatos roubados. Mais cinco pessoas foram presas, incluindo a amante de Serrano, uma dançarina argentina chamada Cristina Gonzalez - mais tarde libertada - e um norte-americano chamado Nathan Clevenger, o aparente comprador. No total, 111 das 124 peças foram recuperadas e devolvidas ao museu. No entanto, o paradeiro de Ramon Sardina e as nove peças que ele e Perches deram ainda é desconhecido.
Indicado ao Urso de Ouro e vencedor de Melhor Roteiro no Festival de Berlim. O filme não é ruim, tem seus momentos, mas enrola demais e parece que não chega em lugar nenhum do meio para o final. A história real tem muitos detalhes que foram omitidos e que tornariam o filme muito mais dinâmico e interessante. Me espanta o prêmio de Melhor Roteiro, porque eu só fui perceber que o filme se passava em 1985 depois que fui ler a respeito, há uma cena do natal em que o sobrinho dele ganha um Lego do Star Wars que foi lançado pela primeira vez só em 2000, eu me preocupo tanto com esses detalhes quando vou escrever algo, vejo um roteiro preguiçoso aqui. O final é muito apressado, a relação familiar que poderia ser o mais interessante no desfecho também fica corrida. O elenco principal (Bernal e Ortizgris) funciona e estão muito bem.
BLOG: FILMESTRANGEIROS
INSTAGRAM: @filmestrangeiros
Uma história real e tensa, uma boa história que não tinha conhecimento e gostei bastante de ser explorada, há tempos não via nada com Gael e ele é ótimo.
Bom filme baseado em fatos reais. Tem uma narrativa e uma construção de personagens interessante. Filme mexicano com cara e alma mexicana, como elementos culturais e históricos.
O relato acaba sendo uma boa produção, na minha opinião. Ela relata uma história real e acaba trabalhando de maneira muito interessante os personagens. Contudo, acho que o Diretor poderia ter explorado mais as paisagens e a relação do sentimento "anti-gringo" vivido pelo Gael.
O filme é um relato ficcional do que foi chamado de "O Golpe do Século", com as mudanças óbvias. Na realidade, foi realizado por dois estudantes de medicina veterinária, nomes reais Carlos Perches e Ramon Sardina. O filme retrata os eventos do assalto com bastante precisão, incluindo guardas do museu sendo descuidados devido a uma celebração de Natal, a quantidade e tipo de peças roubadas, o método de fuga, bem como a primeira suspeita do assalto sendo feito por profissionais que trabalham para negociantes de arte internacionais e a recompensa de 50 milhões de pesos oferecida pelo museu. Mais tarde, o filme compreende períodos de tempo e combina vários caracteres em um único. Na realidade, os ladrões conseguiram evitar a captura por quatro anos: Perches e Sardina foram para Acapulco, quando eles tentaram vender as peças para o traficante Jose Serrano e sua amante, uma famosa dançarina de cabaré apelidada de "Princesa Yamal". Serrano apresentou-os a Salvador Gutierrez, também conhecido como "El Cabo", outro traficante, que prometeu vender os artefatos e estimou um preço de um bilhão de dólares. Duas das peças foram entregues a Serrano em troca de cocaína por Perches, enquanto Sardina aparentemente lhe deu sete como prova de que eram os verdadeiros ladrões. Enquanto isso, a polícia havia perdido o controle das peças e fechado o arquivo, em parte pelo fato de o Museu não ter um inventário completo dos artefatos roubados até muito mais tarde, com os primeiros relatórios mostrando registros errados ou incompletos. Finalmente, em janeiro de 1989, a Polícia Federal mexicana prendeu "El Cabo", que lhes deu todas as pistas para encontrar os ladrões. Perches foi preso em abril em sua casa, junto com seu irmão e o resto dos artefatos roubados. Mais cinco pessoas foram presas, incluindo a amante de Serrano, uma dançarina argentina chamada Cristina Gonzalez - mais tarde libertada - e um norte-americano chamado Nathan Clevenger, o aparente comprador. No total, 111 das 124 peças foram recuperadas e devolvidas ao museu. No entanto, o paradeiro de Ramon Sardina e as nove peças que ele e Perches deram ainda é desconhecido.