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Data de lançamento
25 Nov. 2011Duração
O filme focará no período que Marilyn Monroe (Michelle Williams) passou na Inglaterra filmando The Prince and the Showgirl ao lado de Laurence Olivier (Kenneth Branagh). A história adapta o livro homônimo de Colin Clark, que na época trabalhava como assistente nas filmagens. Durante uma semana, ele teve a oportunidade de ciceronear a diva - desesperada para escapar das pressões da rotina hollywoodiana - e mostrar-lhe o melhor da vida britânica.
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- tadinha, a pobre parecia bem perturbada mesmo, tinha toda fama e sucesso do mundo, mas os traumas eram maiores
- a reconstituição das cenas do filme estão ótimas
- michelle williams é uma excelente atriz, mas não combinou com o papel
Boa produção de cenografias e figurinos, além das atuações. Mas, achei estranho pois me deu a sensação de um enredo raso, confuso ou faltando pedaços ou sem sentido em várias coisas. Pois como uma mulher burra conseguiu o estrelato? Ficou meio sem sentido. E acho que esse foi apenas um casinho pois ela se envolveu com diretores de grande poder. Sei lá, pra mim muito nada haver com nada esse filme. rs
Interessante história envolvendo um dos maiores símbolos pop de todos os tempos e de como todo mundo a estereotipava e esperavam que agisse conforme o estereótipo
Conforme retratado em Marilyn Monroe: The Final Days (2001), o filme apresenta uma estrela que, apesar de sua fama, era profundamente insegura e sonhava em ser amada não como ícone, mas como uma pessoa comum. Essa produção complementa de forma eficaz o documentário, pois um enriquece o outro, ajudando a compreender melhor a complexidade de sua vida e personalidade.
A interpretação de Marilyn no filme é convincente. Recriar Marilyn Monroe é uma tarefa extremamente desafiadora, já que ela era única em diversos aspectos, tanto pelas características físicas quanto pela voz singular. Poucas pessoas conseguem imitá-la com precisão. Ainda assim, a atriz entrega um desempenho admirável, considerando a dificuldade do papel. Por outro lado, a interpretação de Laurence Olivier, que revive o papel do Regente do filme O Príncipe Encantado (1957), destaca-se pelo sotaque e pela fidelidade ao personagem. Contudo, quando Olivier aparece sem a caracterização, sua semelhança física com o ator original é menos marcante.
Eu achei que a atriz que interpreta Marilyn, em alguns momentos, lembra mais Fernanda Souza do que a própria Marilyn...
Assistido em 17/04/2025
Uma positiva surpresa a profundidade com que o filme aborda a intimidade de Marylin Monroe, possibilitando-nos conhecê-la melhor, e compreender seu destino, a partir do período retratado no filme (semana do ano de 1957, em Londres, na gravação de “O Príncipe Encantado”, do diretor Lawrence Olivier), com base no livro de Colin Clark.
Por curiosidade, depois pude descobrir, por exemplo, que a insegurança dela quanto a sua capacidade como atriz não foi circunstancial ao filme de Olivier, pois tal insegurança já lhe era própria, como vieram a destacar outros diretores:
“Dirigir Marylin Monroe era como dirigir a Lassie. Você precisava de 14 tomadas para que uma saísse boa.” (Otto Preminger – diretor)
“Quanto mais importante ela ficava, mais medo tinha do set… Ela não tinha a menor confiança em sua própria capacidade.” (Howard Hawks – diretor)
A própria Marylin uma vez confidenciou: “Sempre achei que eu não era ninguém e a única maneira de ser alguém… era ser outra pessoa. Provavelmente, era por isso que eu queria representar.”
Uma estrela insegura, uma mulher carente e depressiva; essa a imagem da atriz, retratada no filme.
Magistral o momento em que, no banco de trás do carro, voltando do passeio para casa, Marylin é abraçada ternamente pelo confidente amigo, ao som da triste melodia de “Autumn Leaves”, na voz inesquecível de Nat King Cole.
Grande produção do cinema inglês. Michelle Williams e Eddie Redmayne em brilhantes atuações. Recomendo. Nota 8.