É uma das produções nacionais mais corajosas e necessárias do streaming, transformando o audiovisual em uma poderosa ferramenta de denúncia contra o machismo estrutural e o feminicídio no Brasil. A ideia do carnaval é boa e serve para dar luz sobre a contradição de um país que celebra a liberdade e a tolerância na avenida, enquanto silencia a violência doméstica nos bastidores. A série não foca apenas na violência física final. Ela constrói com maestria os primeiros sinais do abuso, como a despersonalização, o isolamento social, e inversão de culpa praticada pelo agressor. Todos episódios tem sua força, mas o mais impactante para mim foi o último caso, o da Edmara.
de parabéns. cada eps. retrata tão bem a real, vale todos serem vistos. têm suas pequenas falhas, mas nada comprometa o que é entregue por completo.
ps.: se depois uns eps. não ficar com a música do bloco soando na cabeça por horas e dias, eu tiro chapéu pra vc rs
lamentável não ter tido tanta audiência, repercussão, crítica da série. o marketing faz toda diferença para além do boca a boca. eu mesmo soube muito por acaso. quem sabe teríamos uma nova temporada (voltem atrás, pq foi cancelada) com a mesma ou até nova temática (racismo, lgbtfobia, xenofobia, etc)
Terminei cada ep com um nó na garganta. Triste, forte... mas essencialmente necessária! Deveria ter tido uma divulgação melhor dessa série maravilhosa e ainda de produção nacional, com um elenco excelente vale a pena assistir cada ep.
Assisti essa série com um aperto no coração, vemos crescer dia a dia os casos de violência, feminicídio, estupro, discursos de ódio contra as mulheres. É revoltante, triste, mas extremamente necessária visto que em 2022 o Brasil bateu recorde de feminicídios. Me doeu enquanto mulher assistir aos episódios e acompanhar a história de cada uma delas.
É uma série muito pesada, difícil de assistir, principalmente se você é mulher tudo acaba sendo mais intensificado, porque isso pode acontecer com você. Sei que essas histórias precisam ser contadas, mas acho que poderiam ter terminado em um tom mais esperançoso.
De todas, somente duas histórias tiveram o seu "final feliz", porque em todas as outras, as mulheres acabaram morrendo nas mãos do marido, de um namorado, de um estranho e até mesmo do próprio filho. Ainda não consigo aceitar a morte de Mary Lee, queimada viva por um fã louco que não aceitava que seu amor não era correspondido.
É uma das produções nacionais mais corajosas e necessárias do streaming, transformando o audiovisual em uma poderosa ferramenta de denúncia contra o machismo estrutural e o feminicídio no Brasil. A ideia do carnaval é boa e serve para dar luz sobre a contradição de um país que celebra a liberdade e a tolerância na avenida, enquanto silencia a violência doméstica nos bastidores. A série não foca apenas na violência física final. Ela constrói com maestria os primeiros sinais do abuso, como a despersonalização, o isolamento social, e inversão de culpa praticada pelo agressor. Todos episódios tem sua força, mas o mais impactante para mim foi o último caso, o da Edmara.
de parabéns. cada eps. retrata tão bem a real, vale todos serem vistos.
têm suas pequenas falhas, mas nada comprometa o que é entregue por completo.
ps.: se depois uns eps. não ficar com a música do bloco soando na cabeça por horas e dias, eu tiro chapéu pra vc rs
lamentável não ter tido tanta audiência, repercussão, crítica da série. o marketing faz toda diferença para além do boca a boca. eu mesmo soube muito por acaso.
quem sabe teríamos uma nova temporada (voltem atrás, pq foi cancelada) com a mesma ou até nova temática (racismo, lgbtfobia, xenofobia, etc)
Terminei cada ep com um nó na garganta. Triste, forte... mas essencialmente necessária! Deveria ter tido uma divulgação melhor dessa série maravilhosa e ainda de produção nacional, com um elenco excelente vale a pena assistir cada ep.
Assisti essa série com um aperto no coração, vemos crescer dia a dia os casos de violência, feminicídio, estupro, discursos de ódio contra as mulheres. É revoltante, triste, mas extremamente necessária visto que em 2022 o Brasil bateu recorde de feminicídios. Me doeu enquanto mulher assistir aos episódios e acompanhar a história de cada uma delas.
É uma série muito pesada, difícil de assistir, principalmente se você é mulher tudo acaba sendo mais intensificado, porque isso pode acontecer com você.
Sei que essas histórias precisam ser contadas, mas acho que poderiam ter terminado em um tom mais esperançoso.
De todas, somente duas histórias tiveram o seu "final feliz", porque em todas as outras, as mulheres acabaram morrendo nas mãos do marido, de um namorado, de um estranho e até mesmo do próprio filho.
Ainda não consigo aceitar a morte de Mary Lee, queimada viva por um fã louco que não aceitava que seu amor não era correspondido.