A trajetória de um garoto humilde que perde um braço durante a infância, nos trilhos de uma ferrovia, mas, ainda assim, torna-se um poderoso banqueiro de jogo do bicho e sustenta uma escola de samba, hospital e orfanatos.
Não consegui ignorar as diversas sequencias de atuações fora do tom, as elipses na narrativa, a desagradável sensação de estar vendo um trabalho que parece dirigido no automático... Definitivamente, apenas a atuação do Milton é que ainda consegue segurar a atenção da gente, de resto, filme muito fraco...
No início, estranhei o tom do filme, parecia "forçado", institucional... Depois dos créditos iniciais, depois da participação de Grande Otelo, tudo fez sentido: como é de costume na obra deste magnânimo diretor, é uma adaptação muitíssimo pessoal da figura real, em que as tomadas ideológicas de partido são mais que evidentes. É um filme que defende com vigor o protagonista, para além de sua dubiedade legislativa, contando com mais uma entrega firme do ótimo Mílton Gonçalves. Os coadjuvantes são magistrais (a nata da nata dos elencos nacionais, indo de Zózimo Bulbul a Maurício do Valle) e as inserções sambistas são maravilhosas (Zezé Motta cantando sobre a adesão a orgia do homem que ama é algo divino). Obrigatório, mesmo estando longe de ser o melhor do cineasta. Suspeito que seja um de seus favoritos, entretanto! (WPC>)
As elipses deixam a continuidade desse filme muito esquisita
Não consegui ignorar as diversas sequencias de atuações fora do tom, as elipses na narrativa, a desagradável sensação de estar vendo um trabalho que parece dirigido no automático... Definitivamente, apenas a atuação do Milton é que ainda consegue segurar a atenção da gente, de resto, filme muito fraco...
LEI PORRA NENHUMA ,A LEI AQUI SOU EU
No início, estranhei o tom do filme, parecia "forçado", institucional... Depois dos créditos iniciais, depois da participação de Grande Otelo, tudo fez sentido: como é de costume na obra deste magnânimo diretor, é uma adaptação muitíssimo pessoal da figura real, em que as tomadas ideológicas de partido são mais que evidentes. É um filme que defende com vigor o protagonista, para além de sua dubiedade legislativa, contando com mais uma entrega firme do ótimo Mílton Gonçalves. Os coadjuvantes são magistrais (a nata da nata dos elencos nacionais, indo de Zózimo Bulbul a Maurício do Valle) e as inserções sambistas são maravilhosas (Zezé Motta cantando sobre a adesão a orgia do homem que ama é algo divino). Obrigatório, mesmo estando longe de ser o melhor do cineasta. Suspeito que seja um de seus favoritos, entretanto! (WPC>)
Gostaria de ver esse filme, alguem pode me ajudar?