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Catherine (Fanny Ardant) é uma bela mulher que parece ter tudo na vida: uma carreira de sucesso e um casamento sólido de 25 anos. Até o dia em que ela descobre que Bernard (Gérard Depardieu), seu marido, está tendo um caso. O mundo de Catherine desmorona e ela percebe que está levando uma vida de aparências. Decide então contratar uma prostituta para seduzir o marido e descobrir tudo sobre ele: quem ele realmente é, porque a está traindo e suas preferências sexuais. Sob o pseudônimo de Nathalie (Emanuelle Béart), a prostituta seduz Bernard e envia boletins regularmente para sua esposa. Mas Catherine logo começa a desconfiar que talvez não seja a única a manipular a situação.
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Elegante e inteligente! Aborda com poesia temas como desejo, ciúme, fidelidade e identidade. Em vez de recorrer a revelações fáceis ou cenas exageradas, a trama constrói a tensão psicológica de maneira gradual, mantendo o espectador envolvido até o final.
As atuações de Fanny Ardant e Emmanuelle Béart são um dos grandes pontos fortes da obra. As duas personagens desenvolvem uma relação complexa e cheia de nuances, transmitindo emoções profundas apenas por meio de olhares, diálogos e gestos sutis.
Outro mérito do filme é sua capacidade de provocar reflexão sobre os limites entre verdade e mentira, fantasia e realidade. A direção aposta em um ritmo mais contemplativo, valorizando a construção psicológica dos personagens e oferecendo uma experiência sofisticada para quem aprecia dramas humanos mais profundos.
No conjunto, Nathalie... é um filme elegante, bem interpretado e emocionalmente envolvente, que consegue transformar um aparente triângulo amoroso em uma análise rica das relações humanas e dos desejos ocultos.
Chato, tedioso e sonolento. 100 minutos de conversa fiada e no final a 'grande" revelação. Nota 3,0.
- Te amo, mas isso não significa que eu te entenda.
Drama francês com a bela Emmanuelle Béart e Gérard Depardieu. A história é interessante. O casal. A crise. O plano da mulher. O puteiro. A Nathalie. Os detalhes dos encontros. A revelação no final. O filme é meio lento, mas acabei gostando.
Sou apaixonado por esse filme, sobretudo pelo incrível trabalho da Fanny Ardant nessa obra. Que mulher! Que atriz! Ela tem uma presença única e é apaixonante acompanhar o seu desenvolvimento dentro do papel.
Não sei se entendi muito bem um detalhe da última cena do filme, mas fiquei feliz com a decisão final do casal.
Catherine e Bernard iam entrar num clube privado (de sexo)? Ou era um lugar qualquer?