Louise (Pascale Ogier) encerrou recentemente seus estudos de artes e agora trabalha como estagiária numa firma de decoração de interiores. Ela mora com Remi (Tchéky Karyo), seu namorado, num apartamento no subúrbio de Paris. Remi quer se casar mas Louise está reticente, pois acredita que perderá a liberdade. Ela passa a ficar parte do seu tempo em seu apartamento no centro de Paris, pois acredita que isto fortalecerá a relação com Remi. Porém, sentindo-se sozinha, ela passa a se encontrar com frequência com Octave (Virginie Thévenet), seu amigo escritor, e inicia um flerte com Bastien (Christian Vadim), um jovem músico.
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Já assisti 4 vezes esse filme, e continuo amando. É um dos meus favoritos do Éric Rohmer.
Eu amo esse diretor, pois ele sempre trabalha sobre a perspectiva de personagens extremamente sinceros consigo e com os outros.
E a nossa admiração por esses personagens, é por querermos ser exatamente como eles, e poder falar tido que sentimos, e a vida continuar correndo tranquilamente. Muitas das vezes não podemos ser assim, mas o Éric Rohmer praticamente está te dizendo: “viu como tudo seria mais fácil se as pessoas fossem mais sinceras e verdadeiras”.
Eu já disse muita coisa sobre esse filme, e não vou ficar me repetindo, mas torno a fizer: nenhum diretor soube trabalhar temas mundanos de forma atraente como Éric Rohmer. E o fato de os filmes dele estarem longe de uma época onde os contatos virtuais eram praticamente impossíveis, só ajuda a humanizar ainda mais essas relações que o diretor trabalhava de maneira tão eficiente. É lindo ver como ele trata a alma do ser humano na tela.
Uma ótima sessão para vocês.
é rohmer, mas é fraquíssimo.
Dos de Eric Rohmer, foi um dos que menos gostei.
Mesmo assim a nota alta de sempre...
Tem umas ideias e diálogos muito bons, principalmente se tratando dos machos insistentes com a moça e que não sabem respeitar o espaço. A cena da cafeteria com o desenhista foi a que mais gostei, pela conversa sincera entre estranhos que sempre acontece quando estamos com nossos corações abarrotados - MAS, é monótono e beeem sem expressões, cansativo acompanhar e se torna chato.
Assisti esse filme na adolescência e não me tocou em nada. Hoje, aos 26, eu me vejo exatamente igual à protagonista.
Tive que viver intensamente os vinte e poucos pra entender Rohmer.
Mas vou te falar:
ele captou demais a essência feminina do que é estar num relacionamento abusivo, necessidade de solitude e até mesmo a não-monogamia. Tudo isso em 1984.