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Data de lançamento
21 Out. 1992Duração
Escritor, filósofo, cantor, Cyril Collard contou em sua estréia e seu testamento cinematográfico (1957-1993), o último ano de sua vida. Bissexual e portador do HIV, se permitia aventuras sexuais nas noites felinas de Paris, ao mesmo tempo que mantinha um namoro a três com um jovem latino e uma francesa. Grande vencedor do César 93 (póstumo), incluindo filme e atriz (Romane Bohringer, de Eclipse de uma paixão).
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Achei meio chato. Não funcionou pra mim.
15.10.1994
O cara pode ser o caspita de N coisas, mas interpretando ...ate ele mesmo, ruim demais, se colocasse o Lorenzo lamas seria igual, em muitos momentos parecia uma novela, o formato, e veio, sei lá se na França é assim, mas sou um cara deveras conservador, em relação a romances, sexo, nao que seja santo, mas essa libertinagem francesa me deixa abismado...esse lance de poliamor, liberação sexual, corpo e apenas corpo, etc os franceses estão anos luz e agora chega deconforça em nossas terras tupiniquins mesmo que de forma torta, brasileiro adora subverter tudo...
Em fim...um ponto bem positivo, nunca tinha visto um amor obsessivo retratado tao real, cara se apaixonar por uma pessoas como jean e cometer suicídio, é uma alma libertaria, para relações corpo apenas, amor e casal e pedir para sofrer...Romane fez magistralmente uma pessoa se destruindo por dentro...exigindo de uma pessoa o que ela era incapaz de dar.
Talvez ai que senti uma falta de mais punch, saca, mais sentimento no filme, tudo e muito novelão da Record...ate para contar a historia de um cara batata da onda vivendo ao extremo suas experiências total flex...
Tem um momento do filme, acho que o 3/4 dele, que parece dar uma engasgada. Mas para além disso, filmão da porra. Intenso demais.
Em seu retrato de um homem condenado à morte, mas vivendo a vida ao máximo, Collard reuniu um estudo convincente e original da sexualidade ousada, perigosa e quase homicida nesses anos pelo vírus HIV. Um dos primeiros e mais audaciosos filmes sobre AIDS, no qual o diretor Collard se colocou à frente porque os atores franceses estavam preocupados em interpretar um personagem bissexual do HIV.