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Data de lançamento
1 Nov. 2001Duração
Hal (Jack Black) é um homem que segue à risca o conselho de seu falecido pai e apenas se interessa por mulheres que tenham um físico perfeito. Mas tudo muda quando ele por acaso se encontra com Anthony Robbins, um guru de auto-ajuda que o hipnotiza e faz com que ele apenas possa visualizar a beleza interior das mulheres, em detrimento de seu físico. Sem saber que está sob o efeito de hipnose, Hal então se apaixona por Rosemary (Gwyneth Paltrow), uma mulher obesa que é vista por ele como se fosse uma verdadeira deusa. Até que, após ser retirado da hipnose por seu amigo Mauricio (Jason Alexander), ele passa a ver como Rosemary é de verdade fisicamente e precisa tomar uma decisão sobre seu relacionamento com ela.
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Nunca tinha visto e apesar de toda problemática que falaram do filme eu achei ele na verdade muito bom!
Quem só viu estigma nesse filme realmente tem que dar um descanso da militância... o filme tem 25 anos e trata os assuntos com muita abertura. Achei ele até mais questionador do que tudo. Eu acho que em vista de tudo que se produzia de blockbuster ele vem na contra-mão e acaba realmente trazendo bons questionamentos, mesmo quando parece reproduzir estigmas. Se houvesse uma panfletagem óbvia no filme ele seria muito mais rejeitado do que entendido.
Um "mais recente" (2019) que trata do mesmo tema é o Megarromântico, ele tbm aborda as questões de padrões de beleza e tals, mas não está tão fresco na minha mente pra eu comparar.
Realmente o amor e cego
Esse filme é muito bom, tem alguns clichês tosco comi a pessoa acima do peso q pula do trampolim e a água da piscina sai quase tudo pra fora, mas eu acho q é um daqueles filme que merece ser passado nas escolas e feito trabalhos a cerca do tema pra ajudar as pessoas a sensibilizad e a redletir !<br/>Assistido em 23/05/2026
10. 08.2008
O AMOR É CEGO | Uma deliciosa trama de comédia romântica
Eu faço muito pouco críticas sobre comédias porque é um gênero que tem sido produzido de maneiras pobres nos últimos anos. Eu devo ter uma lista de 5 filmes que eu me diverti de verdade e esse acabou de entrar para a lista.
O amor é cego conta a história de um homem que só se relacionava pela aparência até sofrer um encantamento e passar a ver apenas a beleza interior das pessoas.
Vários momentos me fez refletir sobre muita coisa que dizemos e pensamos. E é quase que impossível não se apegar a Rosemere, por ser uma personagem tão doce e frágil.
É uma jornada despretensiosa, tem um humor com bom senso (ao contrário de muitas produções que vi recentemente) e te faz rir porque trabalha situações cotidianas de uma perspectiva divertida e leve.
Nota: 9.2/10
OBS: O que ficou de "O Amor é Cego"?
Um sucesso moderado que desapontou seus criadores e, mais tarde, até seus protagonistas. O filme é um fóssil de uma era que já discutia, de modo desajeitado, o culto à imagem. A fábula da beleza interior esbarrava na própria linguagem que utilizava. A jornada de Hal, que precisou emagrecer para interpretar um homem obcecado por corpos magros, e a de Rosemary, escondida atrás de camadas de espuma, refletiam a própria confusão da narrativa.
Hoje, olhamos para trás e vemos não apenas uma comédia romântica, e sim um artefato complexo: um projeto que, em seu processo criativo, reforçou preconceitos que buscava questionar. A verdadeira cegueira, talvez, estivesse no espelho distorcido de Hollywood.