É um ótimo filme. Na maior parte do tempo, quando precisa, constrói muito bem a tensão e o medo. Não é um terror extremamente assustador, mas sabe mostrar o que precisa mostrar, o que o diferencia de muitos filmes taiwaneses do mesmo estilo, que costumam trabalhar mais com sugestão. Os efeitos também me agradaram bastante. Ele tem alguns problemas comuns em produções orientais, como trilha sonora, que às vezes quebra o clima que estava sendo construído ou parece destoar do que está acontecendo em cena. Felizmente, isso acontece pouco aqui. Por se tratar de uma cultura diferente, quem não está acostumado a assistir filmes orientais talvez estranhe algumas situações ou considere certas premissas bobas ou exageradas. Mas, para quem já tem familiaridade com esse tipo de cinema, tudo faz sentido dentro do contexto cultural apresentado, e fica mais fácil sentir o peso dramático de situações que podem parecer inusitadas para um público ocidental. O final me marcou bem, por mostrar um tipo mais real de terror (no spoiler)
O filme trabalha um terror mais sobrenatural e simbólico, mas termina apresentando algo muito mais próximo da nossa realidade. O protagonista morre, mas continua existindo através de uma inteligência artificial criada por ele, acessível por meio de um jogo e realidade aumentada, quase como uma versão avançada de uma Alexa. Foi justamente essa ideia que me causou um medo mais concreto, porque parece muito mais plausível e próxima do futuro que estamos construindo do que qualquer elemento sobrenatural mostrado ao longo do filme.
É um ótimo filme. Na maior parte do tempo, quando precisa, constrói muito bem a tensão e o medo. Não é um terror extremamente assustador, mas sabe mostrar o que precisa mostrar, o que o diferencia de muitos filmes taiwaneses do mesmo estilo, que costumam trabalhar mais com sugestão. Os efeitos também me agradaram bastante. Ele tem alguns problemas comuns em produções orientais, como trilha sonora, que às vezes quebra o clima que estava sendo construído ou parece destoar do que está acontecendo em cena. Felizmente, isso acontece pouco aqui.
Por se tratar de uma cultura diferente, quem não está acostumado a assistir filmes orientais talvez estranhe algumas situações ou considere certas premissas bobas ou exageradas. Mas, para quem já tem familiaridade com esse tipo de cinema, tudo faz sentido dentro do contexto cultural apresentado, e fica mais fácil sentir o peso dramático de situações que podem parecer inusitadas para um público ocidental. O final me marcou bem, por mostrar um tipo mais real de terror (no spoiler)
O filme trabalha um terror mais sobrenatural e simbólico, mas termina apresentando algo muito mais próximo da nossa realidade. O protagonista morre, mas continua existindo através de uma inteligência artificial criada por ele, acessível por meio de um jogo e realidade aumentada, quase como uma versão avançada de uma Alexa. Foi justamente essa ideia que me causou um medo mais concreto, porque parece muito mais plausível e próxima do futuro que estamos construindo do que qualquer elemento sobrenatural mostrado ao longo do filme.