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No século I D.C., Basílio (Paul Newman), um escultor grego, é vendido como escravo por seu vil tio. Logo ele é de novo comprado, por pessoas que sabem das suas grandes qualidades como escultor, para fazer um trabalho único: usando o cálice que Jesus usou na última ceia, fazer uma peça de prata na qual estariam esculpidos os rostos dos discípulos e do próprio Jesus. Basílio então viaja para Jerusalém. Paralelamente um sórdido mágico, Simão (Jack Palance), tenta convencer a multidão que é um novo Messias, usando truques baratos. Basílio se casa com Débora (Pier Angeli), mas sente-se fortemente atraído por Helena (Virginia Mayo), que é mulher de Simão. Repentinamente o cálice é roubado pelos sicários para favorecer Simão, que quer irritar Pedro (Lorne Greene) ostentando o cálice em Roma, mas o cálice é recuperado. No entanto um futuro obscuro está reservado para esta magnífica peça.
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O ritmo é aquele de um filme dessa época dias atrás assisti Cleópatra e é a mesma coisa muitos diálogos, pormenores etc mas tem muito de interessante em retratar a pós crucificação e o embate conhecido de Simão Pedro e Simão Mago ou mágico como queira aliás Jack Palance rouba a cena no papel do mágico, já Paul Newmann não me pareceu inspirado no papel que lhe cabe e nos romances, são poucas locações externas e muitos cenários de estúdio mas nada que desmereça o filme, fazia algum tempo que queria ver achei até que seria pior pelo que li de algumas críticas aqui, portanto sem frustração, e a trilha é aquela de boa qualidade dos grandes épicos da época.
Épico histórico e drama romântico bíblico indicado a 2 categorias no Oscar: melhor fotografia em cores e melhor trilha sonora; no Globo de Ouro, ganhou o prêmio de melhor ator revelação, Paul Newman (1925-2008). Dirigido e produzido pelo inglês Victor Saville (1895-1979), o longa foi baseado no romance de 1952 de Thomas B. Costain (1885-1965) com o mesmo nome.
Quando o filme foi veiculado na televisão, em 1966, Paul Newman publicou anúncios nos jornais de Hollywood, chamando-o de "o pior filme produzido durante os anos 1950", desculpando-se por sua atuação e pedindo às pessoas que não assistissem ao filme. Infelizmente, teve o efeito oposto, e muitas pessoas sintonizaram para assistir na televisão. Por incrível que pareça, não achei o filme tão ruim assim como a maioria o denominou. Estréias no cinema do canadense Lorne Greene (1915-1987) - ele havia narrado, mas não havia aparecido em um curta em 1947, de Robert Middleton (1911-1977), e de Paul Newman.
Parabéns à trilha sonora exuberante de Franz Waxman e ao design de produção minimalista e abstrato (que pode ter surgido por necessidade de custo). Embora seja pródigo e arrebatador na execução, as vezes é exagerado e tedioso, O filme, com todos os seus aspectos augustos e religiosos, não é uma oferta imponente, mas ainda consegue instigar o interesse pelo que está acontecendo e até atinge um sentimento de excitação ocasionalmente. Obs: o cidadão que cadastrou o filme errou na duração do filme que, em sua versão original, tem 142 minutos.
Mesmo não sendo um filme bíblico gostei de como foi a sequência após a morte de Jesus Cristo, mostraram as dificuldades dos apóstolos, de seus discípulos assim como as perseguições aos cristãos. Em qualquer época sempre haverá pessoas que querem ser deuses!!
Acho que a produção se preocupou somente com o figurino e a maquiagem e se "esqueceu" dos cenários, em algumas cenas, o cenário chega a ser ridículo. Só gostei de uma coisa, a mensagem deixada pelo Apóstolo Pedro (Lorne Greene), no final do filme.
Diretor sem imaginação,produção miserável...