Um retrato da Romênia pouco antes da queda do regime de Nicolae Ceausescu. Bucareste, 1988. Nela é uma jovem professora que não aceitou tornar-se uma agente da polícia política, e cuida de seu pai, um ex-coronel adoentado. Após a morte do pai, Nela vai para uma pequena cidade onde conhece Mitica, um médico do hospital local que, como ela, tem sonhos e esperanças.
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A dor e a delícia de ser o que se é promovem características simples do homem como instrumento de subversão política e social. Neste caso, sobre um decadente governo romeno de Nicolae Ceaușescu, onde, para serem resistência, dois cidadãos preferem viver na anormalidade. Ele, Mitică (Răzvan Vasilescu), um médico nada convencional espalhando insultos sorridentes, e ela, Nela (Maia Morgenstern), uma jovem professora se autodescobrindo e filha de um "mártir patriota" reverenciado no país. Assim, suas ações passam a ter significados rebeldes contra um sistema que quer manter todos em controle, como um desafio instintivo contra o cansaço da norma. Logo, esse utopismo ingênuo do filme contagia pois representa e exige felicidade, apesar de todas as evidências em contrário. Porque ser anormal também é um modo de sobrevivência.
É difícil se colocar no contexto da época, já que o filme não nos dá informações sobre o regime. Então, o filme acaba ficando muito datado e inclusive as piadas são difíceis de pegar.
Não é das melhores obras do cinema romeno, mas apresenta bastante dos elementos tradicionais do seu cinema.
Um dos melhores Filmes desse talentosíssimo Diretor Romeno.
E muito interessante; você coloca aqui na busca do site, um ótimo filme alternativo e que foge totalmente aos padrões comerciais, como esse The Oak, ou Balanta, ou ainda O Carvalho, Romeno, de um ótimo Diretor ( Lucian Pintilie), pouquíssimos sortudos viram e quase não tem repercussão. Realmente o povo gosta e vê muito mais, Crespúsculo ou Velozes e Furiosos XVIXVIX, rsrsrs..