A novela se passava em três épocas distintas, mostradas ao mesmo tempo. Toda a trama girava em torno de um casarão, a família de proprietários e empregados.
Não tenho dúvidas em dizer que "O Casarão" é a melhor novela de todos os tempos. Uma ótima história escrita por Lauro César Muniz , muito bem dirigida por Daniel Filho e Jardel Mello, uma excelente trilha sonora e com grandes atuações de todo o elenco, liderados pelo excepcional trio; Paulo Gracindo (como João Maciel),Yara Cortes (a inesquecível Carolina) e Mário Lago ( o sofrido Atílio ), muito bem interpretados por Gracindo Júnior, Sandra Barsotti e Dennis Carvalho quando jovens. A novela se passava em três épocas diferentes; 1906,1926/36 e 1976 e contava a história dos barões do café do início do século XX, os imigrantes europeus, a crise de 1929, a decadência da cultura do café, a revolução de 1930, a resposta Constitucionalista de São Paulo em 1932, a transição da república velha/nova, até chegar em 1976 (ano de produção da novela) quando restou para a família de Carolina, apenas um casarão velho e triste, em que ela ainda vivia com a filha (Aracy Balabanian ) e seu marido Atílio. Recebem então, a visita de João Maciel, agora um pintor e artista plástico famoso e que está em busca das lembranças do passado e do seu verdadeiro amor (Carolina). Em seu último capítulo tem a cena mais bem escrita, dirigida e interpretada (e emocionante) que eu já tive a oportunidade de assistir, quando vemos simultaneamente as três épocas; João Maciel convida Carolina (em 1936),
e mostra duas crianças (João Maciel e Carolina) brincando e correndo em volta do casarão onde foram criados e cresceram juntos, mas que depois foram separados pelo destino (enquanto ouvimos Elis Regina cantando 'Fascinação').
e assim surge as três letrinhas; F I M !!! Esta obra-prima inesquecível da TV Brasileira deveria ser reprisada em horário nobre!
Não tenho dúvidas em dizer que "O Casarão" é a melhor novela de todos os tempos. Uma ótima história escrita por Lauro César Muniz , muito bem dirigida por Daniel Filho e Jardel Mello, uma excelente trilha sonora e com grandes atuações de todo o elenco, liderados pelo excepcional trio; Paulo Gracindo (como João Maciel),Yara Cortes (a inesquecível Carolina) e Mário Lago ( o sofrido Atílio ), muito bem interpretados por Gracindo Júnior, Sandra Barsotti e Dennis Carvalho quando jovens.
A novela se passava em três épocas diferentes; 1906,1926/36 e 1976 e contava a história dos barões do café do início do século XX, os imigrantes europeus, a crise de 1929, a decadência da cultura do café, a revolução de 1930, a resposta Constitucionalista de São Paulo em 1932, a transição da república velha/nova, até chegar em 1976 (ano de produção da novela) quando restou para a família de Carolina, apenas um casarão velho e triste, em que ela ainda vivia com a filha (Aracy Balabanian ) e seu marido Atílio. Recebem então, a visita de João Maciel, agora um pintor e artista plástico famoso e que está em busca das lembranças do passado e do seu verdadeiro amor (Carolina).
Em seu último capítulo tem a cena mais bem escrita, dirigida e interpretada (e emocionante) que eu já tive a oportunidade de assistir, quando vemos simultaneamente as três épocas;
João Maciel convida Carolina (em 1936),
já casada com Atílio,para um encontro (acho que era na confeitaria Colombo, no Rio ), ele à espera, mas ela não vai,
a cena corta para 1976
ele faz um novo convite e desta vez ela (já viúva) aparece e pergunta;
- Te fiz esperar muito?
Ele responde;
- Quarenta anos...
A cena agora volta para 1906 ( ou um pouco depois)
e mostra duas crianças (João Maciel e Carolina) brincando e correndo em volta do casarão onde foram criados e cresceram juntos, mas que depois foram separados pelo destino (enquanto ouvimos Elis Regina cantando 'Fascinação').
e assim surge as três letrinhas;
F I M !!!
Esta obra-prima inesquecível da TV Brasileira deveria ser reprisada em horário nobre!
É a novela que eu mais desejo ver!