Dirigido por
Duração
Geraldo (Miguel Angel Hoppe) e Jonas (Fernando Arroyo) vivem um intenso amor até a chegada de Bruno, um rapaz da discoteca, que não sai da cabeça de Jonas. Este começa a perder o interesse em Geraldo, que tenta desesperadamente reatar o namoro, mas acaba desistindo, passando a prestar atenção em um outro colega do campus, Sérgio. Já o desinteressado Jonas, ao perceber que perdeu o amor do namorado, cai em si. As idas e vindas do casal e o amor passando por mais desafios é o plot do filme com cenas ultra-românticas em um México bem friendly, com direito a beijos e carinho no ponto de ônibus, e no campus.
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Eu achei lento demais. Não deu para mim. Com 15 minutos achei que já tinham se passado 40. Na minha opinião fecal, o problema não é nem a duração do filme, mas esse olhar contemplativo demais. É algo que não me incomodou em outras tramas, mas que aqui se somou à economia de diálogos e produziu uma sensação de marasmo absurdo.
Vi na velocidade x2. E ainda sim achei arrastado e cansativo.
Tenho a impressão de que a "época" do CINEMA MUDO já passou há muito tempo!
Que coisa mais chata!!! Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!
No meu entendimento o final eram apenas lembranças do amor vivido....
Eu simplesmente não entendo porque o cinema do Julián Hernández fica confinado aos guetos 'gays': considero-o um Autor maiúsculo, com muito do charme que o Wong Jar-Wai imprime a seus filmes... Fiquei estatelado durante toda a sessão, por mais que, nalguns momentos, o ritmo e a longa duração parecessem nos cansar. Na massacrante seqüência dos créditos finais (que assume toda a pessoalidade da trama!), percebi que todo estes desconforto era intencional: o que nos incomoda e lancina é o desgaste da relação amorosa investigada na trama. Extraordinário! (WPC>)