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Data de lançamento
17 Março 2005Duração
Seis meses após os eventos que aterrorizaram Rachel Keller (Naomi Watts) e seu filho Aidan (David Dorfman), os dois tentam deixar para trás as lembranças de Samara (Daveigh Chase) e sua fita de vídeo amaldiçoada. Rachel e Aidan se mudam de Seattle para a pequena comunidade litorânea de Astoria, no estado de Oregon, onde pretendem recomeçar a vida. Porém, após a ocorrência de um crime local que tem uma fita de vídeo envolvida, Samara retorna para reiniciar seu ciclo de mortes.
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reassisti esses tempos [26/04/26]
eu tava vendo um react do primeiro e tentando lembrar qual era o enredo do segundo, sem nenhum sucesso. Só lembrava que não era bom como o primeiro.
e estava certo. Eu não lembrava que o filme tinha sido dirigido pelo próprio Hideo Nakata! Eu gosto muuuuito de Ringu, mas tb nunca vi as continuações japonesas pra comparar.
aqui a história não tem peso, nem tensão, é um amontoado de clichês. mas eu gosto da câmera do Hideo, tem cenas muito criativas e ótimos efeitos visuais especialmente pra época (tirando a cena de abertura). Mas nossa…
Não beija nem o dedinho do pé de Ringu e nem do primeiro filme dirigido pelo Verbinski.
Aqui o terror cai um pouco e ficamos mais com ação e tals. A ambientação permanece e o tom sombrio também... Eu gosto tmb desse, mas o primeiro é muito superior.
Assisti no cinema na época com uns colegas do colégio, mas nunca consegui me lembrar se gostei ou não. Antes desta revisita, as únicas coisas que haviam permanecido na minha memória por todos esses 21 anos: a cena do veados e a presença do Kevin (Ryan Merriman) de "Premonição 3" no início do filme.
Apesar de ter os seus momentos, esta sequência é bem inferior ao seu antecessor.
A pequena participação da Mary Elizabeth Winstead, também de "Premonição 3", me pegou de surpresa.
O Chamado 2. Direção Hideo Nakata, o mesmo diretor que fez a primeira versão do filme. A história se passa seis meses após os eventos do primeiro filme. A jornalista Rachel Keller (Naomi Wattis) e seu filho filho Aidam(David Dorfman), vão morar no Oregon na esperança de recomeçar a vida depois dos horrores. Como o filme se passa em uma cidade litorânea, a fotografia tem mais luzes, o estilo gótico ficou mais discreto. É um bom filme dá continuidade da versão de 2002. Prende atenção, é um filme tenso.
As poucas cenas da mãe biológica da Samara foram as que mais me deram medo no filme e estão na minha cabeça até agora