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Sinopse
Às vésperas de entrar na faculdade, Brandy Clark (Aubrey Plaza) tem uma preocupação: sua pequena experiência sexual. Ela começa a escrever uma lista, com todas as aventuras que pretende viver antes de começar os estudos superiores.
THE TO DO LIST Direção: Maggie Carey Ano: 2013 Assistido em: 20/06/2026
Eu nunca fui muito fã dessas comédias besteirol sobre adolescentes obcecados por sexo. Sempre achei American Pie (1999) constrangedor e, quando li a sinopse deste filme, pensei que, por trazer uma mulher como protagonista, teríamos um pouquinho mais de sofisticação e refinamento, ainda mais levando em conta a presença da Aubrey Plaza, que é uma atriz de quem gosto bastante. Mas, infelizmente, este longa passa muito longe de qualquer mínimo requinte ou sutileza. Muito pelo contrário: é datado demais. Parece do começo dos anos 2000 lançado dez anos depois.
Recém-formada no ensino médio e prestes a ingressar na faculdade, Brandy Klark percebe que possui pouca experiência sexual em comparação com seus amigos. Determinada a mudar essa situação antes do início das aulas, ela elabora uma lista de experiências que deseja vivenciar durante as férias de verão. Entre encontros desastrosos, descobertas inesperadas e situações constrangedoras, Brandy embarca em uma jornada de autoconhecimento que a fará repensar suas expectativas sobre sexo.
O maior pecado que um filme pode cometer é ser irrelevante, e foi exatamente isso que senti aqui. O roteiro não traz nada de novo; não é digno nem de despertar ira, nem de nos fazer apreciá-lo. É um filme morto, que não é divertido, não é cansativo, não é reflexivo; não é nada. É apenas um emaranhado de besteiras e cenas avulsas. Novamente, tudo soa repetitivo. Já vimos isso tantas vezes que, quando nos deparamos com um longa que poderia fazer minimamente algo diferente e ele não faz, a frustração se torna muito mais pesada.
Olha, pouca coisa se salva aqui: a atuação da Aubrey Plaza e o fato de Scott Porter aparecer sem camisa em várias cenas. Mas, fora isso, não há mais nada que dê para salvar. E olha que o elenco é abarrotado de gente famosa e talentosa: Andy Samberg, Bill Hader, Clark Gregg e Connie Britton, só para citar alguns. Mas não dá para tirar proveito de nenhum personagem, porque todos são esquecíveis e sem um pingo de profundidade.
The To Do List é bastante desnecessário, porque, se a ideia era fazer um besteirol sexual protagonizado por uma mulher, acredito que ele poderia ter sido memorável e diferente, mas não foi isso que aconteceu aqui. Muito pelo contrário: ele consegue ser ainda mais esquecível do que seus horrendos predecessores, que já causavam bastante constrangimento quando foram lançados. Quem dirá agora, depois de tantos anos.
É como se fosse aqueles filmes besteirol com um monte de jovens querendo transar loucamente, só que na versão feminina, o que eu achei o máximo. Ele não é um filmão mas acabou me divertindo bastante.
O filme como se fosse uma versão feminina dos clássicos filmes de adolescentes tarados e cheios de hormônios. Surpreendente é um filme de 2013 que lembra muito o estilo de filmes adolescentes dos anos 80 e 90, com todo o politicamente incorreto e falta de filtros daquela época.
A atriz tem talento e mostrou naturalidade até para as cenas mais constrangedoras, enquanto se esforça para zerar os itens de sua lista infame.
Um ponto interessante é notar que cumprir a lista é muito mais simples pra uma mulher do que seria para um homem nas mesmas condições. Por outro lado as consequências e julgamentos sociais que ela enfrenta pelo seu liberalismo também são muito mais pesados do que seriam se fosse o oposto. Assim o filme expõe de forma leve toda essa hipocrisia, mas sem precisar dar sermões sobre o tema.
Um ponto que ficou mal resolvido foi que quando ela finalmente consegue cumprir a missão de transar com seu "alvo", ela não chega a utilizar todas as habilidades que tinha aprendido, então todo o esforço para "zerar" a tal lista se mostra inútil no final. Deveriam ter pensado em soluções mais criativas para este desfecho.
Em compensação o plot twist final mostrando a conclusão da lista por conseguir um orgasmo através do sexo anal é inesperado, foge do clichê romântico e ainda dá fechamento apropriado ao filme.
Achei que seria aqueles clichê que a menina larga o gostosão antes do ato e corre pra perder a virgindade com o cara bonzinho, que é quem ela realmente gosta, mas nãoooo! Adorei
THE TO DO LIST
Direção: Maggie Carey
Ano: 2013
Assistido em: 20/06/2026
Eu nunca fui muito fã dessas comédias besteirol sobre adolescentes obcecados por sexo. Sempre achei American Pie (1999) constrangedor e, quando li a sinopse deste filme, pensei que, por trazer uma mulher como protagonista, teríamos um pouquinho mais de sofisticação e refinamento, ainda mais levando em conta a presença da Aubrey Plaza, que é uma atriz de quem gosto bastante. Mas, infelizmente, este longa passa muito longe de qualquer mínimo requinte ou sutileza. Muito pelo contrário: é datado demais. Parece do começo dos anos 2000 lançado dez anos depois.
Recém-formada no ensino médio e prestes a ingressar na faculdade, Brandy Klark percebe que possui pouca experiência sexual em comparação com seus amigos. Determinada a mudar essa situação antes do início das aulas, ela elabora uma lista de experiências que deseja vivenciar durante as férias de verão. Entre encontros desastrosos, descobertas inesperadas e situações constrangedoras, Brandy embarca em uma jornada de autoconhecimento que a fará repensar suas expectativas sobre sexo.
O maior pecado que um filme pode cometer é ser irrelevante, e foi exatamente isso que senti aqui. O roteiro não traz nada de novo; não é digno nem de despertar ira, nem de nos fazer apreciá-lo. É um filme morto, que não é divertido, não é cansativo, não é reflexivo; não é nada. É apenas um emaranhado de besteiras e cenas avulsas. Novamente, tudo soa repetitivo. Já vimos isso tantas vezes que, quando nos deparamos com um longa que poderia fazer minimamente algo diferente e ele não faz, a frustração se torna muito mais pesada.
Olha, pouca coisa se salva aqui: a atuação da Aubrey Plaza e o fato de Scott Porter aparecer sem camisa em várias cenas. Mas, fora isso, não há mais nada que dê para salvar. E olha que o elenco é abarrotado de gente famosa e talentosa: Andy Samberg, Bill Hader, Clark Gregg e Connie Britton, só para citar alguns. Mas não dá para tirar proveito de nenhum personagem, porque todos são esquecíveis e sem um pingo de profundidade.
The To Do List é bastante desnecessário, porque, se a ideia era fazer um besteirol sexual protagonizado por uma mulher, acredito que ele poderia ter sido memorável e diferente, mas não foi isso que aconteceu aqui. Muito pelo contrário: ele consegue ser ainda mais esquecível do que seus horrendos predecessores, que já causavam bastante constrangimento quando foram lançados. Quem dirá agora, depois de tantos anos.
É como se fosse aqueles filmes besteirol com um monte de jovens querendo transar loucamente, só que na versão feminina, o que eu achei o máximo. Ele não é um filmão mas acabou me divertindo bastante.
O filme como se fosse uma versão feminina dos clássicos filmes de adolescentes tarados e cheios de hormônios. Surpreendente é um filme de 2013 que lembra muito o estilo de filmes adolescentes dos anos 80 e 90, com todo o politicamente incorreto e falta de filtros daquela época.
A atriz tem talento e mostrou naturalidade até para as cenas mais constrangedoras, enquanto se esforça para zerar os itens de sua lista infame.
Um ponto interessante é notar que cumprir a lista é muito mais simples pra uma mulher do que seria para um homem nas mesmas condições. Por outro lado as consequências e julgamentos sociais que ela enfrenta pelo seu liberalismo também são muito mais pesados do que seriam se fosse o oposto. Assim o filme expõe de forma leve toda essa hipocrisia, mas sem precisar dar sermões sobre o tema.
Um ponto que ficou mal resolvido foi que quando ela finalmente consegue cumprir a missão de transar com seu "alvo", ela não chega a utilizar todas as habilidades que tinha aprendido, então todo o esforço para "zerar" a tal lista se mostra inútil no final. Deveriam ter pensado em soluções mais criativas para este desfecho.
Em compensação o plot twist final mostrando a conclusão da lista por conseguir um orgasmo através do sexo anal é inesperado, foge do clichê romântico e ainda dá fechamento apropriado ao filme.
Engraçado, cenas que causam muito constrangimento
Achei que seria aqueles clichê que a menina larga o gostosão antes do ato e corre pra perder a virgindade com o cara bonzinho, que é quem ela realmente gosta, mas nãoooo! Adorei