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Em plena era da Guerra Fria, o espião britânico Alec Leamas é enviado à Alemanha Oriental para servir como agente duplo. Mas à medida que vão surgindo informações, o espião começa perceber que seus companheiros estão desconfiando de seu trabalho. Adaptação do romance escrito por John Le Carré.
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Thriller de espionagem da guerra fria, com atmosfera de filme noir, elenco afiado, ótima fotografia e direção segura de Ritt. Mas a história, até pelos padrões sórdidos da espionagem verdadeira (sem o glamour e heroísmo de James Bond), é deprimente ao extremo...
Richard Burton oferece uma performance magnífica em The Spy Who Came in from the Cold, elevando muito a trama. Apesar disso, o filme sofre com um ritmo arrastado, se tornado cansativo em certos momentos. Embora a abordagem mais lenta seja fiel ao estilo introspectivo de John le Carré, focado nas complexidades da espionagem, a narrativa carece de dinamismo.
Um legítimo filme de espionagem com E maiúsculo.Não vem com as enrolações do gênero,aborda bem os personagens principais desde a abertura e traz seus mistérios com prioridade.O clima sombrio ajuda bastante no andamento.No mais,um Richard Burton sem erros.
>Assistido em 20 de Dezembro de 2022
Já fazem muitos anos que li o livro, então não me lembrava mais nada da história, mas me lembro bem da sensação que tive enquanto lia. O roteiro do filme foi uma surpresa pra mim, já que não lembrava da história, mas posso garantir que a sensação que tive foi a mesma da leitura do livro.
Um filme de espionagem como ele deve ser: realista, sem firulas.
A posição de Leamas, sem saber exatamente que papel estava desempenhando na história, duvidando de sua própria agência e se envolvendo pessoalmente... tudo isso cria uma aura de incertezas e mistério. Um suspense que pode guinar para qualquer lado. O plot do segundo ato e, principalmente, o final inesperado mostram muito do que foi a Guerra Fria. John Le Carrè foi o melhor autor desse período.
O elenco é impecável. Richard Burton assume a frieza do agente secreta com maestria. Mas o destaque vai pra fotografia. Os movimentos de câmera e os enquadramentos dão um tom melodramático ao suspense. Enquanto o personagem se mostra frio e profissional, a câmera cria toda a aura dramática e melancólica na qual ele está vivendo.
que historia chata, chega dar sono.