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Sinopse
Charles Dreyfus conhece Jacques Gambrelli, que o lembra dolorosamente do Inspetor Clouseau, o homem que o deixou louco. Com razão: Gambrelli é o filho de Clouseau.
Son of the Pink Panther de 1993, no Brasil O Filho da Pantera Cor de Rosa. Esse filme tinha alguns motivos para ser bom, porém acaba que os motivos ruins foram maiores, pelo menos pra mim. Conta com um ótimo elenco e algumas mudanças interessantes em relação aos anteriores. Dreyfus (Herbert Lom) aparece mais lúcido, apesar de ainda sofrer com a presença do Clouseau Jr. (Roberto Benigni). Tem a volta da Maria Gambrelli (Claudia Cardinale) — personagem que já tinha aparecido antes na franquia, interpretada por outra atriz —, e a própria Claudia Cardinale também já tinha participado da série fazendo outra personagem. Robert Davi faz um personagem que é a cara dele: o tipo durão, intimidador e com presença pesada, exatamente o estilo que ele costuma entregar tão bem. E Cato (Burt Kwouk) retorna, mesmo que com claros sinais de envelhecimento e bem pouco participativo. Ainda assim, sua presença é bem-vinda.
Porém, o grande problema é a ausência de Peter Sellers, que, pra mim, é o principal motivo da franquia se manter de pé. Roberto Benigni é um grande ator — gostar ou não do estilo dele é outra conversa. Já vi muitos filmes seus e, apesar de vários serem bobos, com um humor parecido com o do Chesperito em alguns momentos, ele simplesmente não serve para o papel de Clouseau. Aqui o personagem ficou mais bobo do que o comum. Diferente do original de Sellers, que era atrapalhado, mas muitas vezes se safava por sorte e acaso, a versão de Benigni ultrapassa esse limite e acaba caindo num exagero que não me agrada. Obviamente, a intenção não é ser Clouseau, mas filho dele; mas, mesmo assim, achei abobado demais
Ainda bem que o filme é curto. Mesmo assim, no final cheio de pirotecnia eu já estava cansado e torcendo para acabar logo a palhaçada. A mocinha, Princesa Yasmin (Debrah Farentino), é bem fraca como personagem: inútil e com zero personalidade. Ainda tem a participação da esposa de Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, que sempre aparece nos filmes dele.
No desfecho é revelado que Maria tinha tido gêmeos de Clouseau, e ela acaba se casando com Dreyfus.
No geral, uma tentativa fracassada de continuar a franquia sem o seu maior trunfo. O elenco tenta segurar, mas a falta de carisma no protagonista e o humor forçado pesam demais.
Fui ver tirando totalmente da minha mente os filmes anteriores e a atuação do Peter Sellers. Porque se não fizesse isso, ai acabar caindo no senso de que o filme é ruim e comparar. É inevitável. Então fui ver por causa do Blake, do Roberto e pq curto humor pastelão. Então assim, aproveitei mais o filme. Comédia pra gente se divertir um pouco e aliviar.
Esse nono filme é melhor que o anterior, mas não quer dizer muita coisa, já que a ideia é a mesma de tentar criar outro Clouseau, só as piadas com o Dreyfus que ainda funcionam, aquela
Como aparece em um dos próprios filmes da franquia, "Peter Sellers é o primeiro e único Jacques Closeau" - De fato, por mais genial que o personagem seja, se tornou o que é graças ás atuações de Peter Sellers....Ele É mesmo o Closeau, meio que uma "Mistura de Identidades" como, mal comparando, Stallone com Rocky, ator e personagem se misturam em uma coisa só, e perfeita.
E nesses casos, a tarefa de substituir o original é MUITO ingrata e em geral um desastre, mas dito isto, até que o Benigni conseguiu se sair bem, e fez jus á essa tão difícil tarefa. Claro que por esse e outros fatores, nem dá pra comparar com os outros filmes da franquia, mas ainda assim, é muito bom, vale a pena.
Com certeza o filme sem o Peter Sellers não seria a mesma coisa, achei esse fraco, ri bem poucas vezes, mas não foi uma total perda tempo assistir, foi até bom pra passar o tempo!
Son of the Pink Panther de 1993, no Brasil O Filho da Pantera Cor de Rosa. Esse filme tinha alguns motivos para ser bom, porém acaba que os motivos ruins foram maiores, pelo menos pra mim. Conta com um ótimo elenco e algumas mudanças interessantes em relação aos anteriores. Dreyfus (Herbert Lom) aparece mais lúcido, apesar de ainda sofrer com a presença do Clouseau Jr. (Roberto Benigni). Tem a volta da Maria Gambrelli (Claudia Cardinale) — personagem que já tinha aparecido antes na franquia, interpretada por outra atriz —, e a própria Claudia Cardinale também já tinha participado da série fazendo outra personagem. Robert Davi faz um personagem que é a cara dele: o tipo durão, intimidador e com presença pesada, exatamente o estilo que ele costuma entregar tão bem. E Cato (Burt Kwouk) retorna, mesmo que com claros sinais de envelhecimento e bem pouco participativo. Ainda assim, sua presença é bem-vinda.
Porém, o grande problema é a ausência de Peter Sellers, que, pra mim, é o principal motivo da franquia se manter de pé. Roberto Benigni é um grande ator — gostar ou não do estilo dele é outra conversa. Já vi muitos filmes seus e, apesar de vários serem bobos, com um humor parecido com o do Chesperito em alguns momentos, ele simplesmente não serve para o papel de Clouseau. Aqui o personagem ficou mais bobo do que o comum. Diferente do original de Sellers, que era atrapalhado, mas muitas vezes se safava por sorte e acaso, a versão de Benigni ultrapassa esse limite e acaba caindo num exagero que não me agrada. Obviamente, a intenção não é ser Clouseau, mas filho dele; mas, mesmo assim, achei abobado demais
Ainda bem que o filme é curto. Mesmo assim, no final cheio de pirotecnia eu já estava cansado e torcendo para acabar logo a palhaçada. A mocinha, Princesa Yasmin (Debrah Farentino), é bem fraca como personagem: inútil e com zero personalidade. Ainda tem a participação da esposa de Roberto Benigni, Nicoletta Braschi, que sempre aparece nos filmes dele.
No desfecho é revelado que Maria tinha tido gêmeos de Clouseau, e ela acaba se casando com Dreyfus.
No geral, uma tentativa fracassada de continuar a franquia sem o seu maior trunfo. O elenco tenta segurar, mas a falta de carisma no protagonista e o humor forçado pesam demais.
Assistido em 26/08/2026
1061. (27/02/2021)
Fui ver tirando totalmente da minha mente os filmes anteriores e a atuação do Peter Sellers. Porque se não fizesse isso, ai acabar caindo no senso de que o filme é ruim e comparar. É inevitável. Então fui ver por causa do Blake, do Roberto e pq curto humor pastelão. Então assim, aproveitei mais o filme.
Comédia pra gente se divertir um pouco e aliviar.
Esse nono filme é melhor que o anterior, mas não quer dizer muita coisa, já que a ideia é a mesma de tentar criar outro Clouseau, só as piadas com o Dreyfus que ainda funcionam, aquela
do cachorrinho sarrando a perna dele depois da explosão foi boa!
Como aparece em um dos próprios filmes da franquia, "Peter Sellers é o primeiro e único Jacques Closeau" - De fato, por mais genial que o personagem seja, se tornou o que é graças ás atuações de Peter Sellers....Ele É mesmo o Closeau, meio que uma "Mistura de Identidades" como, mal comparando, Stallone com Rocky, ator e personagem se misturam em uma coisa só, e perfeita.
E nesses casos, a tarefa de substituir o original é MUITO ingrata e em geral um desastre, mas dito isto, até que o Benigni conseguiu se sair bem, e fez jus á essa tão difícil tarefa. Claro que por esse e outros fatores, nem dá pra comparar com os outros filmes da franquia, mas ainda assim, é muito bom, vale a pena.
Com certeza o filme sem o Peter Sellers não seria a mesma coisa, achei esse fraco, ri bem poucas vezes, mas não foi uma total perda tempo assistir, foi até bom pra passar o tempo!