Famoso produtor de filmes de ação é seqüestrado. No dia seguinte, os bandidos aparecem mortos, e ele se torna um dos suspeitos. Ao mesmo tempo, um cientista que gravou cenas no local descobre que também está sendo vigiado.
Indicado a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Eu adorava esse filme quando assisti no fim da minha adolescência e passei uns bons anos com esse tique de dizer "defina isso ou defina aquilo". Diria que é o "Cidade dos Sonhos" do Wim Wenders, sua crítica a Hollywood e a sociedade plástica estadunidense. A história é toda entrecortada, parece haver lacunas, parece estar incompleta, cheia de buracos, mas óbvio que são intencionais e adoro este tipo de filme, onde nos força a entender os personagens muito bem construídos e seus detalhes que servem como auto explicação de muita coisa. É o Wenders fazendo um filme nos Estados Unidos debochando da narrativa dos filmes hollywoodianos, não a toa o diretor no filme solta um "porque não vou fazer filmes na Europa?" em um momento chave. Bill Pullman teve seu ano de ouro aqui lançando este e o Estrada Perdida do Lynch. Impressionante também como o filme é visionário sobre o "fim da violência", estado e câmeras por todos os lados.
Me lembrou bastante o HAMMETT, uma pena que pelos seus defeitos. O FIM DA VIOLÊNCIA é um suspense que vai se tornando desinteressante ao longo de seus minutos, algo imperdoável para um filme do gênero. Bill Pullman entrega uma atuação bem aquém de como o roteiro descreve o personagem, e Wim Wenders parece burocrático ao embalar um produto que se comprometeu a entregar.
Wenders tenta reverenciar o sentido da violência com uma releitura de Sam Fuller - que está atuando no filme -, mas erra o plot, dirige mau suas cenas, coloca sentimentalismo barato em excesso e acaba se perdendo fácil.
Indicado a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Eu adorava esse filme quando assisti no fim da minha adolescência e passei uns bons anos com esse tique de dizer "defina isso ou defina aquilo". Diria que é o "Cidade dos Sonhos" do Wim Wenders, sua crítica a Hollywood e a sociedade plástica estadunidense. A história é toda entrecortada, parece haver lacunas, parece estar incompleta, cheia de buracos, mas óbvio que são intencionais e adoro este tipo de filme, onde nos força a entender os personagens muito bem construídos e seus detalhes que servem como auto explicação de muita coisa. É o Wenders fazendo um filme nos Estados Unidos debochando da narrativa dos filmes hollywoodianos, não a toa o diretor no filme solta um "porque não vou fazer filmes na Europa?" em um momento chave. Bill Pullman teve seu ano de ouro aqui lançando este e o Estrada Perdida do Lynch. Impressionante também como o filme é visionário sobre o "fim da violência", estado e câmeras por todos os lados.
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Me lembrou bastante o HAMMETT, uma pena que pelos seus defeitos. O FIM DA VIOLÊNCIA é um suspense que vai se tornando desinteressante ao longo de seus minutos, algo imperdoável para um filme do gênero. Bill Pullman entrega uma atuação bem aquém de como o roteiro descreve o personagem, e Wim Wenders parece burocrático ao embalar um produto que se comprometeu a entregar.
Outro filme daqueles que não entendi nada, se bem que assisti quando era adolescente. Enfadonho e longo demais.
Não gostei!
Wenders tenta reverenciar o sentido da violência com uma releitura de Sam Fuller - que está atuando no filme -, mas erra o plot, dirige mau suas cenas, coloca sentimentalismo barato em excesso e acaba se perdendo fácil.