Dirigido por
Duração
Geraldo Viramundo, uma espécie de Quixote de Minas Gerais, um confuso anti-herói mineiro. Viramundo torna-se padre, político, militar e revolucionário na busca de liberdade e justiça. Andarilho e brincalhão, percorre várias cidades atrás da amada Marília. Ele vê o mundo através da ótica dos desvalidos e é com as prostitutas, os mendigos e os loucos que parte numa grande marcha ao Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, onde fica a sede do governo do estado.
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Interessante me dar conta que isso do personagem de coração bom meio inocente que é confundido com doido é um estereótipo recorrente (vibe Forrest Gump).
Apesar disso, achei bobo.
Se o filme deixa a desejar de forma geral, alguns pontos positivos devem ser destacados: Diogo Vilella está excelente (como de costume) e a ambientação bem mineira. Vale como registro histórico.
Lindo e carismático, um Quixote brasileiro que retrata bem demais os descasos e dramas que o povo passa. Diogo Vilela é um ator de primeira grandeza, só ele para executar esse personagem no tom certo de dramédia sem cair no absurdo.
A cena da
chuva de m*rda é sensacional
E a cena
final do Viramundo se "recusando" a morrer é muito emocionante.
Nunca li o livro, mas achei o filme bacana. O Diogo Vilela está bem carismático, e o filme é cheio de personagens legais e com vários momentos divertidos. Merecia ser mais conhecido!
Li o livro a muitos anos e o filme foi uma boa adaptação, passa a mensagem, principalmente pelo carisma do Diogo. Também vale destacar o sempre competente Jofre Soares. Legal ver as belas cidades de Minas e o roteiro é bom e crítico na medida. “A viúva, o debate, capitão Batatinhas e tenente Fritas”, boas tiradas. Vale bastante conferir.