Fedja, um escritor bem-sucedido, conhece Pauline Ostrovsky em uma viagem de trem. Ele a procura e a encontra em um hotel-cassino, onde descobre que ela e o pai devem ao dono do cassino. Baseado no livro "O Jogador" de Fiódor Dostoiévski.
Drama da MGM em preto e branco baseado no curto romance "The gambler" de 1866, de Fyodor Dostoyevsky (1821-1881). Mas é também uma mistura com outra obra do autor, como "Crime e castigo"
e a vida íntima de Dostoyevsky no personagem Fedja, que se arruína no jogo, em 1860, em Weisbaden.
Outras versões: o alemão Der spieler (38), o francês O jogador (38), a co-produção franco-italiana Le joueur (58), a minissérie italiana Il giocatore (65), a co-produção da União Soviética e Tchecoslováquia Igrok (72), a co-produção da Holanda, Hungria e Inglaterra The gambler (97), a co-produção da Alemanha e da Áustria Die spielerin (05), feito para a TV, e a a co-produção húngaro-estadunidense The gambler (15), todos baseados no mesmo romance. O 1° de 3 pares de filmes de Gregory Peck (1916-2003) e Ava Gardner (1922-1990).
Um bom melodrama de jogos de azar. A tensão é palpável. A direção do alemão Robert Siodmak (1900-1973) é competente, o que é tudo que sempre se espera dele. Oferece uma complexidade fascinante de personagem que é muito mais do que você esperaria de um drama de fantasia de Hollywood à moda antiga, ajudado pela direção tensa de Sidomak e excelente cinematografia em preto e branco.
Interessante adaptação do romance de Dostoiévski para o cinema. Ava Gardner estava se Destacando e como era Belíssima. Além de Gregory Peck e Agnes Moorehead como a Velha Agiota. Bem no estilo de:Crime e Castigo.
O que é mais forte: o fascínio que a Ava Gardner é capaz de exercer sobre um homem ou o poder diabólico do jogo de azar sobre os viciados? Veja a resposta no filme. O grande pecador explica por que o governo não deve liberar os cassinos no Brasil. Dostoievski examinou de forma magistral o modo como o vício no jogo devasta a dignidade de um ser humano. Não sei se por culpa do escritor russo ou de Hollywood, o bem sempre vence o mal.
Drama da MGM em preto e branco baseado no curto romance "The gambler" de 1866, de Fyodor Dostoyevsky (1821-1881). Mas é também uma mistura com outra obra do autor, como "Crime e castigo"
e a vida íntima de Dostoyevsky no personagem Fedja, que se arruína no jogo, em 1860, em Weisbaden.
Outras versões: o alemão Der spieler (38), o francês O jogador (38), a co-produção franco-italiana Le joueur (58), a minissérie italiana Il giocatore (65), a co-produção da União Soviética e Tchecoslováquia Igrok (72), a co-produção da Holanda, Hungria e Inglaterra The gambler (97), a co-produção da Alemanha e da Áustria Die spielerin (05), feito para a TV, e a a co-produção húngaro-estadunidense The gambler (15), todos baseados no mesmo romance. O 1° de 3 pares de filmes de Gregory Peck (1916-2003) e Ava Gardner (1922-1990).
Um bom melodrama de jogos de azar. A tensão é palpável. A direção do alemão Robert Siodmak (1900-1973) é competente, o que é tudo que sempre se espera dele. Oferece uma complexidade fascinante de personagem que é muito mais do que você esperaria de um drama de fantasia de Hollywood à moda antiga, ajudado pela direção tensa de Sidomak e excelente cinematografia em preto e branco.
Bela adaptação de Dostoievski. Merecia ser mais lembrado.
Interessante adaptação do romance de Dostoiévski para o cinema. Ava Gardner estava se Destacando e como era Belíssima. Além de Gregory Peck e Agnes Moorehead como a Velha Agiota. Bem no estilo de:Crime e Castigo.
O que é mais forte: o fascínio que a Ava Gardner é capaz de exercer sobre um homem ou o poder diabólico do jogo de azar sobre os viciados? Veja a resposta no filme.
O grande pecador explica por que o governo não deve liberar os cassinos no Brasil.
Dostoievski examinou de forma magistral o modo como o vício no jogo devasta a dignidade de um ser humano.
Não sei se por culpa do escritor russo ou de Hollywood, o bem sempre vence o mal.
Gente, o que são os olhares de Ava Gardner????