Carlos Bremer é um recluso homem rico, que por uma razão desconhecida, é incapaz de participar do ato de fazer amor. Ao invés disso, encontra satisfação erótica na beleza da arte, das flores e em uma jovem mulher.
Apesar da excelente proposta temática e da magnífico sinopse personalística, o filme incorre num lamentável alisamento classista, que redunda numa morosidade operística que faz a curta duração parecer bem maior... os atores (com exceção do protagonista) estão engessados, o que é incomum no despojado cinema australiano. A fotografia é bastante escura, o que incomodou bastante a minha mãe, e o roteiro escolhe o pior viés para fundamentar a sua narrativa: uma pretensa "vingança" da impotência espectatorial da arte conceituada. Muito problemático em seus juízos de valor e lugubricidade. Mas vale pelo Werner Herzog nos flashbacks (risos) - WPC>
Um filme "para poucos". Não sou muito favorável a essa expressão mas aqui, o próprio diretor diz ter presenciado metade da platéia se retirando da sala durante uma cena muito emblemática que reflete a solidão e a sexualidade de forma bizarra. Enfim, para mim o filme é todo arte. Werner Herzog faz uma ponta no filme.
Apesar da excelente proposta temática e da magnífico sinopse personalística, o filme incorre num lamentável alisamento classista, que redunda numa morosidade operística que faz a curta duração parecer bem maior... os atores (com exceção do protagonista) estão engessados, o que é incomum no despojado cinema australiano. A fotografia é bastante escura, o que incomodou bastante a minha mãe, e o roteiro escolhe o pior viés para fundamentar a sua narrativa: uma pretensa "vingança" da impotência espectatorial da arte conceituada. Muito problemático em seus juízos de valor e lugubricidade. Mas vale pelo Werner Herzog nos flashbacks (risos) - WPC>
Um filme "para poucos". Não sou muito favorável a essa expressão mas aqui, o próprio diretor diz ter presenciado metade da platéia se retirando da sala durante uma cena muito emblemática que reflete a solidão e a sexualidade de forma bizarra. Enfim, para mim o filme é todo arte. Werner Herzog faz uma ponta no filme.
Pura arte.