Compartilhe "O Homem do Terno Branco" com seus amigos:
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Outros títulos
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O Homem do Fato Claro - Portugal
Sinopse
Um inventor cria um tecido que não suja nem gasta e é perseguido por outros fabricantes texteis e pelos sindicalistas para que não fosse produzido pois isso iria gerar um caos na economia.
The Man in the White Suit é um filme razoável, que já não funciona bem como comédia para os dias atuais. A premissa do terno que nunca suja ou é indestrutível poderia ter sido mais explorada, pois oferece reflexões sobre a sociedade de consumo e inovação, ao contrario do trabalhador e seus dilemas.
O roteiro, que concorreu ao Oscar, parte de uma boa ideia que é muito bem desenvolvida por ele. A história traz uma curiosa crítica social que sugere que nem sempre o progresso pode ser algo benéfico para o ser humano. Além disso como comédia o filme funciona muito bem e proporciona momentos de pura diversão.
Produção inglesa indicada ao Oscar de melhor roteiro adaptado; no BAFTA, foi nomeado a melhor filme britânico e melhor filme de qualquer fonte. Essa comédia dramática satírica de ficção foi baseada na peça homônima de Roger MacDougall (1910-1993), que também foi um dos roteiristas ao lado do diretor Alexander Mackendrick (1912-1993), o único americano do filme.
Algumas cenas foram filmadas no noroeste da Inglaterra, em uma cidade chamada Burnley, além de Lancashire, Enfield, Middlesex e Londres. Os estranhos ruídos produzidos pelo aparato de laboratório foram criados pela editora de som não creditada Mary Habberfield e produzidos para a trilha sonora com uma tuba e um fagote. O versátil Alec Guinness (1914-2000) mostrou, mais uma vez, sua capacidade de interpretar um personagem vítima da sociedade capitalista e hipócrita.
É uma comédia que não se preocupa em ser engraçada e que contém temas de significado social, econômico e cultural, construída sobre uma estória que explora as conseqüências de uma enorme descoberta científica sobre a humanidade. Sátira delicadamente divertida das corporações capitalistas, provavelmente antes mesmo de o termo ter sido inventado. Nesse caso, o herói é vítima de sindicatos e dos ricos proprietários de fábricas que tentam reprimir sua invenção.
Capitalismo: Bênção ou maldição?
The Man in the White Suit é um filme razoável, que já não funciona bem como comédia para os dias atuais. A premissa do terno que nunca suja ou é indestrutível poderia ter sido mais explorada, pois oferece reflexões sobre a sociedade de consumo e inovação, ao contrario do trabalhador e seus dilemas.
O roteiro, que concorreu ao Oscar, parte de uma boa ideia que é muito bem desenvolvida por ele. A história traz uma curiosa crítica social que sugere que nem sempre o progresso pode ser algo benéfico para o ser humano. Além disso como comédia o filme funciona muito bem e proporciona momentos de pura diversão.
Divertida satira social com toques de sci-fi, valorizada pela boa direção e elenco, principlamente Guiness, ótimo como um gênio 'mané'!
Produção inglesa indicada ao Oscar de melhor roteiro adaptado; no BAFTA, foi nomeado a melhor filme britânico e melhor filme de qualquer fonte. Essa comédia dramática satírica de ficção foi baseada na peça homônima de Roger MacDougall (1910-1993), que também foi um dos roteiristas ao lado do diretor Alexander Mackendrick (1912-1993), o único americano do filme.
Algumas cenas foram filmadas no noroeste da Inglaterra, em uma cidade chamada Burnley, além de Lancashire, Enfield, Middlesex e Londres. Os estranhos ruídos produzidos pelo aparato de laboratório foram criados pela editora de som não creditada Mary Habberfield e produzidos para a trilha sonora com uma tuba e um fagote. O versátil Alec Guinness (1914-2000) mostrou, mais uma vez, sua capacidade de interpretar um personagem vítima da sociedade capitalista e hipócrita.
É uma comédia que não se preocupa em ser engraçada e que contém temas de significado social, econômico e cultural, construída sobre uma estória que explora as conseqüências de uma enorme descoberta científica sobre a humanidade. Sátira delicadamente divertida das corporações capitalistas, provavelmente antes mesmo de o termo ter sido inventado. Nesse caso, o herói é vítima de sindicatos e dos ricos proprietários de fábricas que tentam reprimir sua invenção.