Um pouco abaixo do nível padrão da filmografia de John Ford, O Homem Que Nunca Pecou acaba deixando um pouco a desejar, pois o mesmo não funciona bem nem como comédia e nem como drama. A história em si tem até alguns bons momentos e algumas críticas feitas, mas no geral, o saldo final acaba saindo mais negativo do que positivo, talvez por ainda ser seu início de carreira, o diretor ainda não tinha alcançado o seu auge.
Comédia dramática policial em preto e branco da Columbia Pictures. Também conhecido como "Toda a cidade está falando", foi baseado em uma história "Jail Breaker", de W.R. Burnett (1899-1982), publicada originalmente na "Collier's" em julho-agosto de 1932. Houve uma refilmagem de uma produção indiana: O sósia de Bablu (98), uma cópia não autorizada.
Referências diretas ao uso de drogas foram proibidas após a adoção do "Código", mas aqui os cineastas não devem ter entendido quando um personagem foi chamado de "drogado". O 1° de 5 filmes em que Edward G. Robinson (1893-1973) e Edward Brophy (1895-1960) trabalharam juntos. Os outros são O último gângster (37), Um simples assassinato (38), Vale a pena roubar? (42) e Destruidor (43). O filme Que escândalo! (26) não tem nenhuma conexão narrativa com este filme, exceto pelos títulos idênticos.
Muito divertido com G. Robinson em papéis duplos. Às vezes pode ser difícil dizer a diferença entre o Bem e o Mal. o mais próximo que o diretor John Ford (1894-1973) chegou de fazer uma comédia 'screwball'. Abrange de forma satírica, mas incisiva, uma ampla gama de experiências modernas, desde as políticas até as íntimas.
A única coisa teoricamente engraçada aqui é pegarem o Edward Robinson, interpretando o tiozinho fleumático de sempre, para contracenar com o seu duplo criminoso cuja caracterização é o Dedé Santana com voz engrossada.
De resto, reza a lenda que se trata de uma comédia (desastrosa) cuja transição e condução para um thriller sangrento ao final do segundo ato o diretor sustenta desastrosamente mal.
Jean Arthur, cujas falas são mais curtas que as pernas do Robinson, consegue despontar interpretando uma personagem pavorosamente bidimensional.
Um pouco abaixo do nível padrão da filmografia de John Ford, O Homem Que Nunca Pecou acaba deixando um pouco a desejar, pois o mesmo não funciona bem nem como comédia e nem como drama. A história em si tem até alguns bons momentos e algumas críticas feitas, mas no geral, o saldo final acaba saindo mais negativo do que positivo, talvez por ainda ser seu início de carreira, o diretor ainda não tinha alcançado o seu auge.
** (Regular)
Grande filme de humor negro do Ford,referência até hoje.
Comédia dramática policial em preto e branco da Columbia Pictures. Também conhecido como "Toda a cidade está falando", foi baseado em uma história "Jail Breaker", de W.R. Burnett (1899-1982), publicada originalmente na "Collier's" em julho-agosto de 1932. Houve uma refilmagem de uma produção indiana: O sósia de Bablu (98), uma cópia não autorizada.
Referências diretas ao uso de drogas foram proibidas após a adoção do "Código", mas aqui os cineastas não devem ter entendido quando um personagem foi chamado de "drogado". O 1° de 5 filmes em que Edward G. Robinson (1893-1973) e Edward Brophy (1895-1960) trabalharam juntos. Os outros são O último gângster (37), Um simples assassinato (38), Vale a pena roubar? (42) e Destruidor (43). O filme Que escândalo! (26) não tem nenhuma conexão narrativa com este filme, exceto pelos títulos idênticos.
Muito divertido com G. Robinson em papéis duplos. Às vezes pode ser difícil dizer a diferença entre o Bem e o Mal. o mais próximo que o diretor John Ford (1894-1973) chegou de fazer uma comédia 'screwball'. Abrange de forma satírica, mas incisiva, uma ampla gama de experiências modernas, desde as políticas até as íntimas.
A única coisa teoricamente engraçada aqui é pegarem o Edward Robinson, interpretando o tiozinho fleumático de sempre, para contracenar com o seu duplo criminoso cuja caracterização é o Dedé Santana com voz engrossada.
De resto, reza a lenda que se trata de uma comédia (desastrosa) cuja transição e condução para um thriller sangrento ao final do segundo ato o diretor sustenta desastrosamente mal.
Jean Arthur, cujas falas são mais curtas que as pernas do Robinson, consegue despontar interpretando uma personagem pavorosamente bidimensional.
Edward G. Robinson magistral no papel duplo e mostrando toda sua versatilidade. Jean Arthur bem como sempre, apesar de dar uma
"sumida" no final do filme
carga drámatica mas ainda bem que não teve e