O Ouro de Nápoles

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O Ouro de Nápoles (1954)
L'Oro di Napoli
Média do filme: 4.3 de 5 — baseado em 115 votos
MÉDIAFILMOW
4.3
115 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Vittorio De Sica
Data de lançamento 23 Dez. 1954 Outras datas
País de origem Itália 🇮🇹
Duração 107 min (1h47)
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

23 Dez. 1954

Duração

107 minutos
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Sinopse

Um filme-antologia reunindo seis curtas sobre a cidade onde o diretor Vittorio de Sica passou alguns anos de sua juventude.

Gênero:
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Elenco

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Jogos Vorazes - Maratona | Teaser Legendado

Jogos Vorazes

Comentários 5029
amigos querem ver
gianp
Gianpaulo
½
2 anos atrás

Comédia de episódios, um num tom mais dramático, com uma Silvana Mangano, em grande atuação, e um outro num tom mais de comédia, com uma Sophia Loren, de arromba se divertindo e divertindo a gente, em uma comédia deliciosamente escrachada, diversão pura

eliezerluga
Eliezer
½
4 anos atrás

Dois contos são lindos especialmente a pizzaria da Sophia Loren safandinha traindo o marido e o conto divertidíssimo de De SIca tomando uma sova do moleque na scopa. Outros são menos instigantes mas ainda sim um filme carregado de uma nostalgia bonita.

sandrabarusque
Loren
10 anos atrás

Continua sendo uma delícia ver O Ouro de Nápoles, mais de meio século depois que Vittorio De Sica o realizou – o filme é de 1954. É uma comédia esperta, inteligente, com diálogos gostosíssimos, uma atuação saborosa de Sophia Loren, e ainda tem a beleza estonteante da jovem Silvana Mangano, aquela deusa. O filme é gostoso, divertido – mas não chega a ser hilariante. Seu humor é bem amargo ás vezes. “Brincar com estereótipos pode ser uma canoa furada. Pode ser uma coisa preconceituosa, ofensiva – como dizer que os mexicanos são preguiçosos, os cariocas, malandros e os portugueses, burros, por exemplo. Pode ser ofensivo – mas também pode ser simplesmente uma brincadeira gostosa, divertida, hilariante.”
O Ouro de Nápoles é gostoso, divertido – mas não chega a ser hilariante. Não. Seu humor deixa um travo pesado no espectador. Nesse sentido, faz lembrar o tom de muitos dos filmes do gênio Billy Wilder. De Sica como Wilder, faz a gente rir da desgraça, da pequenez das pessoas.
De Sica faz a gente rir amargamente daquela moral e daqueles costumes calhordas, babacas, imbecis, vigentes no Sul da Itália e especialmente da segunda metade do século XX, aquele machismo que só tem comparação com o de algumas sociedades muçulmanas.
Naquela época, final dos anos 50 e início dos anos 60, o cinema italiano era – e acho que dá para fazer essa afirmação pleonástica sem ter dúvida alguma – o melhor do mundo. A nouvelle vague de Godard, Truffaut, Chabrol fascinava o mundo, o cinema novo inglês começava a aparecer, no Brasil faziam-se belos filmes, e estava começando a surgir o cinema novo. Os grandes gênios supranacionais – Bergman, Kurosawa, Satyajit Ray – faziam seus filmes maravilhosos, mas não havia propriamente um grande cinema sueco, ou japonês, ou indiano. Não havia nenhum cinema que se comparasse ao italiano.
Uma das muitíssimas coisas que me fascinam no cinema italiano é como os realizadores gostam de se citar uns aos outros.
A mais bela, emocionante homenagem ao cinema italiano, na minha opinião, é a obra-prima do grande Scola, Nós que nos Amávamos Tanto/C’eravamo tanto amati (1974). Scola homenageia Fellini (os personagens passam pela Fontana di Trevi quando Fellini filma Anita Ekberg tomando banho nela, em La Dolce Vita), desanca com Antonioni (a mulher nova rica age como se estivesse em A Aventura, A Noite, O Eclipse), mas, sobretudo, homenageia o mestre De Sica. Scola idolatra tanto o De Sica neo-realista (não o De Sica gozativo, safado, de Matrimônio à Italiana) que coloca em seu filme, como parte importante da trama, uma participação do próprio mestre em um programa de TV.
Em 1974 o filme Nós que nos Amávamos Tanto, era um cinema que tinha Anna Magnani, Claudia Cardinale, Monica Vitti, Virna Lisi, Gina Lollobrigida, Stefania Sandrelli, Valentina Cortese, Alida Valli, para não falar em Silvana Mangano e Giulietta Masina, Sophia Loren, virou, para mim, a maior das deusas.

Seis histórias mordazes, perceptivas e, por suas vezes, divertidas. Quatro delas merecem destaque: Sophia Loren como a esposa bonitona de um vendedor de pizza; De Sica como um vívido jogador de cartas ofuscado por um garoto de 8 anos; Totò como um submisso homem de família e Silvana Mangano como prostituta envolvida em um casamento incomum. Vale a pena conferir, especialmente por ser o primeiro grande trabalho de Sophia no cinema, aos 20 anos.

eidelberg
jed
½
10 anos atrás

Clássico italiano com várias histórias envolventes contadas pelo grande ator e diretor De Sica. Belas e talentosas atrizes - a beleza e a sensualidade de Sophia Loren num dos episódios já valem pelo filme todo - e a incrível presença do grande comediante Totó tornam esse filme uma delícia de se ver.

Se como é dito no início, que o ouro de Nápoles são seus habitantes, então o desse filme são todos os que participaram de sua produção.

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Listas com o filme

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Elenco de O Ouro de Nápoles

Mostrar mais (21)
Silvana Mangano 12 117

Silvana Mangano

(Teresa)
Sophia Loren 69 871

Sophia Loren

(Sofia)
Totò 3 36

Totò

(Don Saverio Petrillo)
Vittorio De Sica 13 610

Vittorio De Sica

(Il conte Prospero B.)
Agostino Salvietti 0 0

Agostino Salvietti

(Gennaro Esposito)
Alberto Farnese 0 0

Alberto Farnese

(Alfredo - lover of Sofia)

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