Com um assunto interessante,começa bem,mas se perde por completo na reta final.Um grande desperdício de elenco temos aqui.Helen Mirren totalmente desprezível.
O romance original é um dos que menos gosto de Graham Greene, que é um de meus autores favoritos. Se, no livro, faz sentido que um assassino chantagista e violento considere o sexo entre solteiros um pecado mortal, no filme, isso não funcionou quase nada, sobretudo por causa da má interpretação de Sam Riley, exagerado e cheio de pantins: tudo o que ele sabe fazer é gritar! Andrea Riseborough, por sua vez, também exagera na estultice, de modo que a imbecilidade de sua personagem quase confirma a complementariedade entre bem e mal que o protagonista assevera. Helen Mirren tenta emprestar alguma dignidade à trama, mas o roteiro adapta pessimamente a história, que, mesmo em suas similaridade em relação aos relacionamentos existentes no seriado 'Boardwalk Empire', não empolga. Parece um pesadelo mal-escrito, com um ou outro instante pouco verossímil de impacto. O final é triste, ainda que incongruente. Dá para ver acompanhado (risos)! - WPC>
"Os ateístas entenderam tudo errado...Claro que existe um inferno. Chamas, danação e tormentos." Pinkie Brown
Esse é um remake do longa metragem de 1948, sendo uma adaptação do romance homônimo do escritor e jornalista inglês Graham Greene que explorou as ambivalentes questões morais e políticas do mundo moderno. O título do romance é uma alusão a um confeito aromatizado em forma de bastão duro e vendido em estâncias e resorts, com uma espécie de metáfora ao protagonista.
Apesar do ritmo lento e arrastado a trama dramática prende a atenção pela atmosfera de suspense.
Conta com ótimas locações e atuações bem consistentes.
Com um assunto interessante,começa bem,mas se perde por completo na reta final.Um grande desperdício de elenco temos aqui.Helen Mirren totalmente desprezível.
-19 de Julho de 2022
-Dou nota 4/10
O romance original é um dos que menos gosto de Graham Greene, que é um de meus autores favoritos. Se, no livro, faz sentido que um assassino chantagista e violento considere o sexo entre solteiros um pecado mortal, no filme, isso não funcionou quase nada, sobretudo por causa da má interpretação de Sam Riley, exagerado e cheio de pantins: tudo o que ele sabe fazer é gritar! Andrea Riseborough, por sua vez, também exagera na estultice, de modo que a imbecilidade de sua personagem quase confirma a complementariedade entre bem e mal que o protagonista assevera. Helen Mirren tenta emprestar alguma dignidade à trama, mas o roteiro adapta pessimamente a história, que, mesmo em suas similaridade em relação aos relacionamentos existentes no seriado 'Boardwalk Empire', não empolga. Parece um pesadelo mal-escrito, com um ou outro instante pouco verossímil de impacto. O final é triste, ainda que incongruente. Dá para ver acompanhado (risos)! - WPC>
09/03/2021
passou o tempo legal
"Os ateístas entenderam tudo errado...Claro que existe um inferno. Chamas, danação e tormentos." Pinkie Brown
Esse é um remake do longa metragem de 1948, sendo uma adaptação do romance homônimo do escritor e jornalista inglês Graham Greene que explorou as ambivalentes questões morais e políticas do mundo moderno. O título do romance é uma alusão a um confeito aromatizado em forma de bastão duro e vendido em estâncias e resorts, com uma espécie de metáfora ao protagonista.
Apesar do ritmo lento e arrastado a trama dramática prende a atenção pela atmosfera de suspense.
Conta com ótimas locações e atuações bem consistentes.
O Pior dos pecados é o "amor idiota". (26.05.20)