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No ano de 2020, uma expedição espacial pousa no planeta Vênus em busca de vida inteligente. Os astronautas e seu robô encontram um planeta pré-histórico, com dinossauros, plantas carnívoras e todo tipo de ameaças naturais, de cachoeiras a vulcões.
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Não vou dizer que fui enganado ao adentrar esta sessão: não fui. Sabia exatamente o que encontraria, uma espécie de radionovela espacial, com interpretações forçadas (a despeito dos talentos envolvidos), situações mal-explicadas e um desfecho t[ao súbito quanto precipitado. Ainda assim, fiquei surpreso ao constatar a picaretagem desta produção, a inserção de cenas alheias, a pretensão existencial em meio à ode exploratória. Juro: cheguei a ficar com dó dos seres nativos do planeta, impiedosamente atacados por invasores terrestres interessados em rubis e mulheres estrangeiras. Por algum motivo, entretanto, continuamos a assistir, ficamos interessados no desenrolar da estória, por mais que pouquíssima coisa faça sentido, neste roteiro canhestro. Incrível imaginar que tudo aquilo é passado em 2020, hahahahaha. Muito ruim, porém quero mais! (WPC>)
Uma Divertida Matine!
Apesar do absurdo da história (Vênus é um planeta extremamente quente e de atmosfera venenosa), é um filme até divertido, com uma boa concepção artística, embora precário em seus efeitos especiais, os monstros variando entre o eficiente e o risível. Melhor do que eu esperava.
Co-produção dos EUA e da União Soviética em que incansável Roger Corman, 'rei dos filmes b', é um dos produtores. Curtis Harrington, que usou o pseudônimo John Sebastian, supervisionou a edição e dublagem das partes principais do filme-fonte e dirigiu novas cenas principais com Basil Rathbone (1892-1967) e Faith Domergue (1924-1999). Este filme é um remake do soviético Planeta bur (62).
A maioria dos créditos da versão americana é falsa, a fim de esconder o fato de o filme ter sido feito na Rússia. O som ouvido junto com a voz do robô enquanto ele fala é o mesmo som ouvido na ponte da USS Enterprise em Star Trek TOS. Embora a nave ainda estivesse em órbita, a paisagem e as montanhas podem ser vistas no porto de visualização. Sinceramente, pensando com os meus botões, não me lembro de ter visto um filme de ficção científica tão ruim como esse, em todos os sentidos possíveis.
A vida é muito curta para perder 74 minutos dela, assistindo a esse lixo!