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Sinopse
Joe (Robert Walker) é um jovem soldado que tem apenas dois dias de licença e vai passá-los em Nova York. Lá conhece Alice (Judy Garland) uma secretária, por quem se apaixona. Correndo contra o tempo, eles tentam se casar.
Simples, porém muito bonito e fofo. The Clock se mostra realista em muitos momentos e diálogos. É quase como um Before Sunrise da era de ouro de Hollywood. E acho que deve ter bebido dessa fonte, rs.
Romance bem burocrático e quadradinho do Minelli arriscando em um terreno sem o seu típico musical. Bastante convencional muito embora a primeira parte com Nova York como centro das atenções tenha sido bastante agradável.
Dos poucos filmes que eu vi da filmografia da Judy Garland, esse é o mais fraco. O roteiro é bem simples, nem tenho muito o que falar é, basicamente, um casal se conhecendo e se apaixonando. Funciona mais como um romance, o foco no drama em algumas cenas é um pouco fraco. Eu já sabia que esse foi o primeiro filme "não musical" da Judy, mas mesmo assim, sempre que tinha uma brecha, eu esperava que ela começasse a cantar (fui mal acostumado pelos outros filmes dela, pelo visto). Também me lembrou "Antes do Amanhecer" em alguns momentos, eu até acho que "O Ponteiro da Saudade" possa ter servido de inspiração pra esse filme.
Esse clássico entra na lista dos injustiçados que são menos conhecidos do que deveriam ser. Tem uma bela história romântica muito bem encenada na cidade de Nova York e um casal de protagonistas que nos conquista logo nas primeiras cenas, sem falar na bem orquestrada trilha sonora.
O amor no meio da multidão.
Simples, porém muito bonito e fofo. The Clock se mostra realista em muitos momentos e diálogos. É quase como um Before Sunrise da era de ouro de Hollywood. E acho que deve ter bebido dessa fonte, rs.
É melhor você tentar do que passar o resto da vida em dúvidas... Por que deixar que as ânsias do futuro perturbem hoje a paz do coração?
Uma pena que não se tenha mais filmes de romance iguais a esse nos dias atuais.
Romance bem burocrático e quadradinho do Minelli arriscando em um terreno sem o seu típico musical. Bastante convencional muito embora a primeira parte com Nova York como centro das atenções tenha sido bastante agradável.
Dos poucos filmes que eu vi da filmografia da Judy Garland, esse é o mais fraco. O roteiro é bem simples, nem tenho muito o que falar é, basicamente, um casal se conhecendo e se apaixonando. Funciona mais como um romance, o foco no drama em algumas cenas é um pouco fraco. Eu já sabia que esse foi o primeiro filme "não musical" da Judy, mas mesmo assim, sempre que tinha uma brecha, eu esperava que ela começasse a cantar (fui mal acostumado pelos outros filmes dela, pelo visto). Também me lembrou "Antes do Amanhecer" em alguns momentos, eu até acho que "O Ponteiro da Saudade" possa ter servido de inspiração pra esse filme.
Assisti no dia 09/06/20
Esse clássico entra na lista dos injustiçados que são menos conhecidos do que deveriam ser. Tem uma bela história romântica muito bem encenada na cidade de Nova York e um casal de protagonistas que nos conquista logo nas primeiras cenas, sem falar na bem orquestrada trilha sonora.